Paulo freire e a pedagogia da autonomia

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PAULO FREIE E A PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
1. Autor
Paulo Freire (1991/1997), Paulo Reglus Neves Freire (Recife, 19/09/1921), faleceu em 2 de maio de 1997 em São Paulo.
Grande educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacional, conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos, o qual recebeu seu nome. Objetivo maior da educação paraPaulo Freire é conscientizar o aluno.
Simpatizante do marxismo, ataca o neoliberalismo (que prefere ao lucro e a conseqüente exploração do ser humano)
Em seus livros, Paulo Freire, defende a idéia de que a educação não pode ser um depósito de informações do professor sobre o aluno.
Desenvoltor de uma pedagogia crítico libertadora, sua pedagogia mostra umnovo caminho para a relação entre educadores e educandos.
Para Paulo Freire as questões e problemas principais de educação não são só questões pedagógicas, ao contrário, são políticas.


2. Obras de Paulo Freire
- Pedagogia do Oprimido – 1970
- Pedagogia da Esperança – 1992
- A importância do ato de ler: em três artigos que se completam -1989Entre outras obras do autor.


3. Dados do livro
Livro: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
Autor: Paulo Freire
Editora: Paz e Terra


3.1. Conteúdo


4
O autordemonstra nesta e em grande parte das suas obras o interesse em fornecer saberes necessários à prática educativa de educadores e educandos.
Nos fala sobre a ética e os compromissos do educador. Paulo Freire nos apresenta propostas pedagógicas necessárias à educação, como forma de construir autonomia dos educandos, valorizando e respeitando sua cultura e seu acervo de conhecimentos.Paulo Freire traz em suas obras a defesa de que formar o ser humano em suas destrezas, conscientiza-nos sobre a importância de estimular os educandos a uma reflexão crítica da realidade em que está inserido.


3.2. A obra


Pedagogia da Autonomia está dividido em três capítulos, os quais tratam de temas recorrentes e interligados:
Capítulo I - Não há docência sem discênciaCapítulo II – Ensinar não é transferir conhecimentos
Capítulo III – Ensinar é uma especificidade humana


Cada capítulo é subdividido em tópicos.
O livro nos apresenta práticas necessárias aos educadores progressistas, críticos e também podendo ser aplicadas aos conservadores em alguns casos.


4. Capítulo I – Não há docência sem discênciaTrabalha com a relação e compromisso entre educador e educando. O autor põe o professor como agente na produção do saber e não mero reprodutor de conhecimento: “Ensinar não é transferir conhecimento” (PAULO FREIRE, 2010, 42ª reimpressão, p.23).
O professor deve ser um desafiador, incitar os alunos a pesquisarem e a pensar. Para Paulo Freire, a realidade do aluno deve serrespeitada, cada aluno traz consigo para a sala de aula, aspectos de sua prática comunitária, onde muitos saberes são construídos.
Diz que o professor deve ter bom senso e não valer-se de sua autoridade para cometer abusos, e o fundamental, não confundir autoridade com
autoritarismo. Para Paulo Freire, o professor precisa se assumir como ser pensante,5
crítico e precisa se arriscar, errar, aprender e ensinar.
5. Capítulo II – Ensinar não é transferir conhecimento.
O autor aborda o sujeito como um ser incompleto, apto a obter saberes novos, sempre aberto à mudanças. Para Paulo Freire somos seres inacabados,...
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