patologia

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O uso de métodos contraceptivos vem aumentando, e juntamente com eles o uso da Contracepção de Emergência
(CE).3 As pílulas de CE começaram a ser disponibilizadas no mercado brasileiro a partir de 1999, e após 2000 estavam disponíveis através do Ministério da Saúde para atendimento às mulheres vítimas de violência sexual e em 2002 pelo
Programa de Planejamento Familiar.4
Atualmente existem dois métodos para se realizar a
CE: o Yuzpe e o Levonorgestrel. O primeiro utiliza anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHOC) de uso rotineiro em planejamento familiar, conhecidos como “pílulas anticoncepcionais”; consiste na administração combinada de estrogênio e progestogênio sintéticos, sendo os hormônios recomendados pela Organização Mundial da Saúde etinilestradiol
(estrogênio) e levonorgestrel (progestogênio). Para a ação de CE, é necessária a dose total de 200 μg de etinilestradiol e 1 mg de levonorgestrel, divididas em duas doses iguais, com intervalo de 12 horas entre a primeira e a segunda dose, ou administradas em dose única.5
O outro método, o Levonorgestrel, utiliza somente anticoncepcionais à base de levonorgestrel (progestogênio), sob apresentação de comprimidos de 0,75 mg cada um, sendo a dose prescrita de 1,5 mg. É necessária a administração de 0,75 mg
(primeiro comprimido) após a relação sexual desprotegida e 0,75 mg 12 horas após o primeiro comprimido, ou 2 comprimidos de
0,75 mg cada em uma dose única após a relação sexual.3, 5-6
As pílulas CE atuam inibindo ou retardando a ovulação, alterando o transporte do óvulo (altera a mobilidade tubária) e dos espermatozoides (inibe a última fase da maturação dos espermatozoides no organismo feminino) e modificando o muco cervical. Contudo, não atuam após a implantação do embrião, ou seja, não têm ação em mulheres grávidas, não se caracterizando, assim, como método abortivo.7-8
Como o próprio nome diz, a CE destina-se ao uso em

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