Paternidade - resenha

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  • Publicado : 29 de setembro de 2012
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Paternidade: Considerações sobre a relação pais-filhos após a separação conjugal

A separação conjugal vem se tornando um fato cada vez mais comum perante asociedade nos dias de hoje, mesmo se tratando de um processo judicialmente legal, ainda há controvérsias sobre esse assunto. Antigamente existia certa ruptura quando se tratava de divorcioou separação; Pois foi em 1916 que foi decretado por lei o divorcio direto, onde era permitido se divorciar uma única vez. A separação tem por base, fins pessoais compreensíveispela sociedade, mas é claro que não beneficia de um modo geral, principalmente quando se trata de uma família já constituída, e é onde se propaga diversos problemas e distúrbiosemocionais ou apenas vivenciais, com o rompimento do relacionamento colocando em destaque a reação entre a base familiar, causando transtornos de convivência entre pais e filhos e/oufilhos e mães, onde na maioria das vezes ao invés de existir diálogo sobre a situação, ocorre a disputa de atenção, causando um conflito em uma das partes. Porém seria de extremahipocrisia generalizar esse tema tão complexo pois há também aquela relação, em que o filho é a peça-chave para reforçar o vinculo matrimonial, onde convivência a distancia podeassegurar ao filho uma educação forte e satisfatória, sem ultrapassar os limites impostos por ambos; assegurando um desempenho satisfatório em seu desenvolvimento.
Em alguns casos, comofoi citado, ocorre a duplicidade de informações em prol de conquistar a credibilidade do filho após a separação. Desde então os pais vão saindo da realidade de onde foram criados porpais autoritários e sem muito afeto para poder passar uma melhor forma de seus filhos se comportarem perante a separação, transmitindo afeto e tendo uma participação mais ativa,
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