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FACULDADE DE CIÊNCIA HUMANAS E SOCIAIS BACHARELANDO EM DIREITO




MONTY PYTHON



DISSERTAÇÃO – PARA QUE SERVE TUDO ISSO?
A FILOSOFIA E O SENTIDO DA VIDA, DE PLATÃO A MONTY PYTHON

















São Paulo
Setembro de 2011
FACULDADE DE CIÊNCIA HUMANAS E SOCIAIS BACHARELANDO EM DIREITO



MONTY PYTHON


DISSERTAÇÃO – PARA QUE SERVE TUDO ISSO?
A FILOSOFIA E O SENTIDO DA VIDA, DE PLATÃO A MONTYPYTHON








Dissertação apresentado a disciplina Filosofia, presentado a Faculdade de Tecnologia e Ci como requisito de avaliação parcial, no 1º período do Curso de Direito da Faculdade s, na forma de Produção Acadêmica, sob orientação do professor.









São PauloSetembro de 2011


Baggini (2008) disserta. Qual o sentido da vida? Pergunta pequena, contudo a resposta é tão complexa que ninguém até hoje foi suficientemente prodigioso para responder, citando “o pensador profundo” do livro de Douglas Adams, o Guia do mochileiro das galáxias, a resposta poderia ser simplesmente “Quarenta e dois”, esse foi o alerta do autor, numa forma bem humorada, paraquem busca este tipo de pergunta, não atentando se vai compreender a resposta ou se a resposta vai gerar uma pergunta mais complexa que a primeira. Temos que questionar respostas prontas, “receitas de bolo”, sobre o sentido da vida, principalmente as que têm caráter messiânico, temos que analisar de forma racional ou mais racionalmente possível.


Capitulo 1 - Procurando o Manual de instruções.Neste capitulo o autor começa fazendo uma analogia do romance de terror de Mary Shelley, "Frankenstein, ou o moderno Prometeu", onde a criatura, numa crise existencial, procura a resposta para a pergunta, de onde viemos? Que também implica em saber para onde vamos? Durante a trama, ele consegue saber a sua origem, mas isso não respondeu qual era o propósito dele, ou o seu destino.
A analogiatem como intuito tentar descobrir se há relação entre as origens dos seres humanos e se isso responde sobre o sentido da vida. Fala acerca das duas correntes que tentam explicar a origem da vida, de um lado, o criacionismo que diz que a humanidade é criação de um agente sobrenatural que possuía um propósito em mente ao criar, do outro lado, o naturalismo, onde o homem é fruto de um processo naturalque não é produto de nenhuma inteligência.
Na visão naturalista o ser humano não tem tanta importância para o surgimento de tudo, nem numa visão microscópica, apenas servindo de máquinas de sobreviver para perpetuação dos genes, ou numa visão macroscópica, não tendo alguma relação com o propósito do universo, se este existir. “Para eles na melhor das hipóteses, se existe um sentido para anossa existência, esse sentido é a perpetuação dos nossos genes. Na pior das hipóteses não há propósito nenhum, pois o processo aleatório de mutação e replicação do DNA não tem objetivo final.”
O capítulo fala sobre a crise existencial que nos assola se a hipótese de Deus não existir estiver correta, se não houver um criador a nossa vida perde o propósito. Segundo Sartre, nós preferimos viverde “má-fé” fingindo que não cabe a nós determinar o modo como vivemos, que este é fruto do destino, de forças e planos sobrenaturais.
A noção de que estamos por nossa conta nos traz uma sensação de liberdade, pois temos o total controle das nossas vidas e uma noção desorientadora que não temos propósitos, ou temos que criar os nossos próprios tornando a vida mais sem sentido do que setivéssemos um objetivo maior designado por um criador. O autor diz que o objetivo dele não é inventaria os métodos das varias idéias criacionistas, mas analisar que implicações teriam se viéssemos a aceita-las.
Faz uma analise acerca do propósito de deus para nós, será que deus criou o ser humano, com toda sua complexidade, sofrimento, trabalho só para servi-lo? Esse deus seria egoísta, um...
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