Papiloscopia

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ENSINO NACIONAL
ENSINONACIONAL.COM.BR
CURSO DE PAPILOSCOPIA















Papiloscopia: História e Aplicação




Douglas Friedrich










Trabalho de Conclusão apresentado ao Instituto Ensino Nacional, como parte dos requisitos para obtenção da Certificação ao Curso: Papiloscopia.









Guaíra, 19 de junho, 2012SUMÁRIO




Resumo ............................................................................. III

Introdução ......................................................................... 1

CAPÍTULO 1 – HISTÓRIA DA PAPILOSCOPIA................. 2
CAPÍTULO 2 – IMPRESSÕES LATENTES........................ 5
CONCLUSÕES ................................................................. 7REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................. 8

RESUMO


A Papiloscopia é a forma de identificação humana através do estudo das papilas (saliências da derme), sendo subdividida em: Dactiloscopia (extremidades digitais), Quiroscopia (palma das mãos), Podoscopia (planta dos pés) e Poroscopia (que em Papiloscopia é o estudo dos desenhos dos poros que se encontram nas papilas).Nessas regiões do corpo humano encontramos os desenhos papiloscópicos, porém todo trabalho papiloscópico é feito na impressão papilar, ou seja, quando este desenho é tomado diretamente do indivíduo numa ficha papiloscópica (papel liso branco e tinta preta de imprensa) ou quando ela é levantada de um suporte qualquer , sem a intenção deliberada de produzi-la (geralmente são as impressões encontradas emlocais de crime). A impressão, portanto, é o reverso do desenho.
Para entendermos a necessidade de uma perfeita tomada de impressão ou de um perfeito levantamento de impressões ou fragmentos de locais de crime, precisamos nos voltar aos elementos de uma impressão e sua relação com a fórmula dactiloscópica e consequente identificação.

INTRODUÇÃO


Papiloscopia é uma ciência quepermite a identificação humana com a utilização de técnicas acessíveis, uma vez que se caracteriza por princípios como imutabilidade, perenidade e unicidade. Estatísticas demográficas apontam que é praticamente impossível existirem duas impressões digitais idênticas. O perito em papiloscopia tem a formação e a capacidade necessárias para afirmar a identidade de um indivíduo com nível elevado deprecisão e confiabilidade. Possui ferramentas de auxílio à comparação e verificação de impressões, a exemplo do software AFIS (sigla oriunda do inglês Automated Fingerprint Identification System), Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais. Este sistema poupa recursos físicos e materiais durante a pesquisa de uma impressão, por exemplo, de uma pessoa que tenha cometido um crime.Perito Papiloscopista, Perito Papiloscópico, Papiloscopista, Datiloscopista. Essas são as principais nomenclaturas adotadas nas unidades federativas do Brasil. Seja qual for a denominação, todos possuem atribuições semelhantes, determinadas em leis e estatutos próprios, quais sejam as de coleta e classificação de impressões papilares, identificação cadavérica, perícias papiloscópicas em localde crime e em laboratório, confecção de laudos periciais papiloscópicos, elaboração de representação facial humana (retrato falado), arquivamento de prontuários civis e criminais (manuais ou informatizados) e demais tarefas relacionadas à papiloscopia.
Os papiloscopistas geralmente trabalham nos Institutos de Identificação, vinculados às Polícias Técnico-Científicas, pertencente ao quadrodas Polícias Civis de cada Estado. Ele se distingue dos demais policiais porque executa um trabalho essencialmente técnico, o qual não está dissociado das ações investigativas realizados por agentes, escrivães e delegados, no âmbito da Polícia Judiciária.

















CAPÍTULO 1 – HISTÓRIA DA PAPILOSCOPIA



Em julho de 1858, o britânico William James Herschel, estava...
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