Paper monobibliografico

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O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da república(

O presente trabalho trata sobre o texto “O dialogo convergente: Políticos e Historiadores no iníicio da republicaRepública”, tem como objetivo ser avaliado para nota bimestral da disciplina Brasil República. O texto tem como pressuposto sanar a necessidade de explicitar concepções gerais da historiografia quesurgiram em um período complexo da passagem do Império para Repúublica, contudo sem a pretensão de abordar toda a produção historiográfica da época, seguindo a visão político-social e das tendências da critica histórica. Na obra foram utilizados apenas autores nacionais, visto que, existem excelentes obras sobre este período escrito por autores internacionais, porém, estes se aplicariam melhor aocontexto de seus países de origem.

De acordo com autora, Ppara um estudo historiográfico bem sucedido é necessário levar em conta o autor e o lugar social em que ele está inserido, o momento em que a obra foi escrita, pois a identidade coletiva da sociedade é influenciada e influencia as relações político-sociais, que refletirão na obra. Um autor ao escrever sobre o passado usará o seu presentee suas perspectivas para fazer uma releitura. Pensando nisso um livro escrito por um autor que está ligado a este ou aquele grupo político ou institucional usará apenas uma versão dos fatos, este é o motivo pelo quais muitas obras são mais ou menos difundidas, a ideologia de um grupo.

Os primeiros trabalhos historiográficos do país se preocuparam em buscar uma nova maneira de escrever ahistória olhando de forma que negasse a versão lusitana e tivesse uma forte influencia no indianismo romântico. A historiografia brasileira teve seu desenvolvimento nas lutas da regência onde se começa a escrever história regional e quando a obra História Geral do Brasil de Francisco Adolfo Vernhagem é foi escrita. Com a queda do Império as versões historiográficas anteriores passaram a sercontestadas, e surge surgiu a necessidade de se explicar o que estava acontecendo. O Império aparentemente tão sólido caiu, quais explicações poderiam então servir que fossem coerentes e dessem conta dos novos rumos do país? Aqui se abrem várias correntes com diferentes opiniões: militares, republicanos parlamentaristas ou presidencialistas, monarquistas, jacobinos, católicos e desiludidos, que mostraráa força do vinculo político com a historiografia.

Apesar de existir variedade nas opiniões a respeito do advento da Republica República o que ficou como a versão mais difundida foi que o novo regime havia sido implantado em clima de paz e era consenso nacional, ainda que houvesse aqueles que escrevessem o que realmente havia acontecido, as disputas pelo poder que ocorreram, mas até hojeo que permanece é a versão do vencedores. Os autores que não escrevem a versão dos vencedores que nos contam muito mais sobre os fatos, pois para eles não há interesse em criar uma imagem a ser passada e sim o que realmente aconteceu e a influencia disso no processo.

É a partir da década de 1960 que foram escritas obras mais abrangentes que além de representarem uma consciência históricaseus autores serão influenciadores de produções futuras. Eles passaram por todo o período crítico como a Revolução de 1930 e o golpe de 1964 levando consigo uma bagagem que influenciará não somente sua narrativa como também os métodos por eles utilizados para escreverem.

São quatro principais conjuntos de explicações sobre o processo político que implementou a Republica: a dos militares,a dos republicanos paulistas, a dos castilhistas e a dos monarquistas. O primeiro queria uma republica República democrática em que a ditadura nacionalista é foi que conduziria o país mantendo assim a ordem, porém os republicanos paulistas levaram ao modelo de republica liberal e presidencialista que obteve sucesso na sua implantação, mesmo não agradando a todos. Os Castilhistas saíram...
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