Os novos arranjos familiares

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

CAMILA MOREIRA RODRIGUES FERREIRA
ELAINE GODINHO
JOÃO batista g ferreira
LÍDIA RUSSO MACIEL
MÁRCIA MONIQUY Da silva OLIVEIRA
NELIANE DOS SANTOS
ROBERTA LAGO

OS NOVOS ARRANJOS FAMILIARES

Teresópolis
2011

CAMILA MOREIRA RODRIGUES FERREIRA
ELAINE GODINHO
JOÃO
LÍDIA RUSSO MACIEL
MÁRCIA MONIQUY DE OLIVEIRA
NELIANE DOSSANTOS
ROBERTA LAGO

OS NOVOS ARRANJOS FAMILIARES

Trabalho Interdisciplinar apresentado ao Curso Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas Filosofia, Psicologia Social, Fund. históricos, teóricos e metodológicos do Serviço Social e Sociologia.

Prof. Márcia Bastos, Lisnéia Rampazzo, Adarly Goes, Sérgio Goes.


Teresópolis
2011
INTRODUÇÃO

Desde ostempos remotos a humanidade sempre buscou se organizar em grupos, formando famílias, tribos e clãs, com a finalidade de garantir a sobrevivência, proteger a espécie e dominar a natureza. Com o passar dos séculos, houve grandes transformações, cada sociedade possui sua história e sua cultura, e desse modo, existem inúmeras formas de ser família.
Neste trabalho daremos destaque à família monoparental,na qual passou a ser vista como família a partir dos anos 80, suas características, formação e também o papel do Estado frente a esta realidade.
Destacaremos também, a situação das famílias monoparentais assistidas pelo Programa Bolsa Família do Governo Federal no município de Teresópolis-RJ.

DESENVOLVIMENTO

No dicionário Aurélio, o autor define como família o conjuntode pessoas do mesmo sangue; conjunto formado por pai, mãe e filhos. Mas, com o passar dos tempos, devido às várias transformações de contexto político, econômico, cultural e social na sociedade, essa definição de família tradicional ou família nuclear passou a não ser mais a única aceita pela sociedade, abrindo espaço para outros tipos de famílias, incluindo a família monoparental. Vários fatorestem contribuído para essas mudanças desde a inseminação artificial a produção independente, adoção, viuvez ou o divórcio, abandono do cônjuge, entre outros.
As famílias formadas por um dos pais e seus descendentes constituem-se tanto pela vontade de assumir individualmente a paternidade ou maternidade, quanto por circunstâncias alheia à vontade humana, entre as quais a morte, o abandono, aseparação, dentre outros. Quando há a separação dos pais, é comum que os filhos fiquem sob a guarda de um dos genitores. Na maioria das vezes, fica acompanhado da mãe. Ao pai, de forma cômoda, é concedido simples direito de visita, direito esse exercido da maneira como lhe convém, sem ter maiores preocupações com a educação e o desenvolvimento do filho (DIAS, 2006, p.185).
A monoparentalidade seimpôs com maior intensidade a partir dos anos 70, conquistando visibilidade e lugar nas pesquisas sociológicas, e recentemente, mostrou-se que o número de famílias monoparentais, especialmente chefiadas por mulheres vem crescendo no país desde os anos 80.
Em decorrência do seu número expressivo, esse novo modelo de família adquiriu direitos e deveres, reconhecidos a partir da ConstituiçãoFederal de 1988.


Crescimento relativo do tipo "mulheres sem cônjuge com filhos" |
Grandes Regiões | Crescimento |
Norte | 9,68% |
Nordeste | 12,20% |
Sudeste | 15,33% |
Sul | 7,50% |
Centro-Oeste | 13,91% |

Considerando as famílias monoparentais femininas um grupo vulnerável às situações de pobreza, a Política Nacional de Assistência Social, vem tratá-las de forma única eespecial, especificando que “... este fenômeno demográfico coloca novas exigências a serem enfrentadas pelos programas de proteção social” (Política Nacional de Assistência Social, 1999, p.17).
A Política Nacional de Assistência Social – PNAS é uma política que junto com as políticas setoriais, considera as desigualdades sócio-territoriais, visando seu enfrentamento, à garantia dos mínimos...
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