Os meninos e meninas que vivem nas ruas

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  • Publicado : 17 de setembro de 2011
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Este texto tem como importância analisar e identificar a realidade do município, representando a categoria “Um olhar psicológico sobre os meninos e meninas que moram nas ruas”.
O conteúdo deste trabalho nos leva à reflexão de como encontramos dificuldades em lidar com essa questão, devido a resistência tão significativa de um povo que semostra extremamente voltado para os valores materiais. Sem dúvida as crianças que moram nas ruas representam um dos grandes desafios, talvez o mais inquietante da nossa contemporaneidade.
Neste quadro abordaremos a contextualização teórica da psicologia geral, como se iniciou e quando se tornou científica, as principais causas que levam os meninos e meninas irem para as ruas, osproblemas psicológicos que prejudicam no desenvolvimento infantil das crianças moradoras de rua e o que a psicologia geral contribui para nossa compreensão a respeito deste problema.
Também citaremos afirmações de alguns teóricos para que possamos ter mais clareza a este fato que tem só aumentado nestes últimos dias.

No sentido etimológico, a psicologia seria a ciência daalma ou estudo da alma. A psicologia como ciência que busca compreender o homem e seu comportamento para facilitar a convivência com o próximo e com os outros. A psicologia se desenvolveu a partir da filosofia e da arte antes de cristo.
Segundo Bock, Furtado e Teixeira (2002,p.32) “Platão e Aristoteles dedicaram-se a compreender este espírito empreendedor” começaram a estudar o homeme sua interioridade. Só em uma época muito recente, no final do século XIX que se tornou psicologia científica, cujo êxito se fez notar pelos discípulos e espaços conquistados nas instituições de ensino universitários e pesquisa.
Na época do Brasil Colônia em século XVIII, houve-se a questão da criança abandonada. Assim afirma Teixeira (1954) que órfãos vieram de Portugal paraauxiliar os jesuítas na educação e catequese dos órfãos da terra (crianças mestiças) e as enjeitadas, separadas das mães; as que viviam nas ruas das cidades em processo de urbanização, e as exploradas no trabalho, no inicio deste século.
Resgatando historicamente o interesse da sociedade pela criança no final do século XVIII coube às instituições não governamentais, como confrarias,irmandades e santas casas de misericórdia, ao cuidado destes pequenos, visando responsabiliza-se socialmente pela questão da infância. Durante este período podemos dizer que havia uma preocupação com a educação formal, só que na verdade, o regime disciplinar era exercido tanto nas famílias como nas escolas de forma violenta. Era comum a aplicação de castigos, como o uso da palmatória, e ajoelhar-se nomilho. (RAPPAPORT, FIORI e DAVIS,1981).
Freud o criador da psicanálise nos mostra a importância dos primeiros anos de vida na estruturação da personalidade no decorrer do desenvolvimento futuro, no sentido da saúde mental ou da patológica.
Atualmente não existe disciplina severa como antigamente, mas a violência tem se multiplicado devido grande influência no meio dafamília, pais que usam drogas, batem nos filhos sem motivo algum, brigas constantes, desemprego e o alcoolismo tudo isso faz com que as crianças saem das suas casas e passam a morarem nas ruas.
Outro motivo é a mãe que preferiu um companheiro em detrimento do filho, o pai que espancou, enfins há um distanciamento emocional, a criança está em desenvolvimento, uma fase que requer carinho,amor, atenção e não encontram em seus lares; apesar da exclusão e violência elas optam a viver na rua, algumas são abusadas sexualmente e prefere manter-se nela, fugindo da família e instituições. Isso deve à construção imaginária de uma rua que garante liberdade, autonomia e independência, não necessitando do controle de ninguém.
Na rua se tornam violentas, muitas entram no mundo...
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