Os exploradores

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ETEC DOUTORA MARIA AUGUSTA SARAIVA
CURSO TÉCNICO EM SERVIÇOS JURÍDICOS










A SERVIDÃO VOLUNTÁRIA
O ABUSO DO PODER E A IGNORÂNCIA











GUARULHOS
2012
[pic]
ETEC DOUTORA MARIA AUGUSTA SARAIVA
CURSO TÉCNICO EM SERVIÇOS JURÍDICOS















A SERVIDÃO VOLUNTÁRIA: O ABUSO DO PODER E A IGNORÂNCIA






Resenhaanalítica apresentada no curso
técnico em Serviços Jurídicos na instituição
Etec Doutora Maria Augusta Saraiva de
Guarulhos sob a responsabilidade do
Professor e Doutor .




















GUARULHOS
2012
SUMÁRIO


INTRODUÇÃO...................................................................................................4
CORPO DO TRABALHO................................................................................... 5
CITAÇÃO........................................................................................................... 9
REFERÊNCIA.................................................................................................... 10
INTRODUÇÃO
Este trabalho foi desenvolvido durante ocurso de Serviços Jurídicos. No caso, o principal objetivo após a leitura do texto era desenvolver de uma resenha sobre o discurso da servidão voluntária, acrescentado de uma conclusão pessoal no final para encerrar. É um texto muito interessante,o “discurso da servidão voluntária” escrito pelo estudante de direito, francês Etienne de La Boetié, no final do século XIV retrata principalmente sobre aliberdade, visto por um contexto geral. Mas podemos analisar o discurso principalmente perante dois aspectos, mostrando os “dois lados da moeda”, ou seja, de que forma as pessoas aceitam a se submeter a um só tirano, aquele que usurpa de seus poderes ilegalmente. E o outro aspecto, que é, de que forma os tiranos consideram as pessoas sendo seus servos e como conseguem fazer com que o povo sirva-oe, além disso, tenham certa devoção pelo mesmo, apesar de sermos todos iguais.
O “discurso da servidão voluntária” escrito pelo estudante de direito, francês Etienne de La Boetié, no final do século XIV retrata principalmente sobre a liberdade, visto por um contexto geral. Mas podemos analizar o discurso principalmente perante dois aspéctos, mostrando os “dois lados da moeda”, ou seja, de queforma as pessoas aceitam a se submeter a um só tirano, aquele que usurpa de seus poderes ilegalmente. E o outro aspécto, que é, de que forma os tiranos consideram as pessoas sendo seus servos e como conseguem fazer com que o povo sirva-o e além disso tenham certa devoção pelo mesmo, apesar de sermos todos iguais.
No início de seu discurso La Boetié se pergunta: “Mas oque deve ser istoafinal?” Tal frase se referia por que os indivíduos aceitam ser submisso as um só tirano? Sendo que a liberdade é um direito natural e todos deveriam pleiteá-la e desfrutá-la, como ela cita: “por que sofremos com paciência e esperamos que o futuro traga dias mais felizes” em vez de lutarmos com unhas e dentes para buscarmos o que é nosso por direito? Qual é o nome que se dá a isso?
Não podemosdizer que é covardia, pois como o autor mesmo expõe: “A covardia não vai tão longe. […] Dois podem ter medo de um,ou até mesmo dez, mas se mil homens, se um milhão deles, se mil cidades não se defendem de um só, não pode ser por covardia”.
Então por que suportam ser escravos de um só, aquele que tanto nos humilha, aquele que nos dá pequena parte de seus haveres, enquanto, por direito todaparte deveria ser nossa também. E como nos contentamos e ficamos satisfeitos com tão pouco?
No texto é apresentada pelo menos três razões básicas pela qual o povo se mantem nessas condições de submissão. A primeira delas é o hábito: muito nasceram “daquela forma” e nunca tiveram contato com a liberdade, então como a não conhecem, nem sabe se quer o que ela seja, servem sem esforço e fazem...
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