Ordenamento jurídico

1318 palavras 6 páginas
A estrutura apresentada por Bobbio para um ordenamento jurídico é coerente e adequada à atualidade?’’

É fácil destrinchar os pensamentos de Bobbio e associá-los ao contemporâneo e ao possível, pois muitas de suas ideias nos faz pensá-lo bastante moderno e atual, enquanto outras nos faz crer que uma concepção latente / estopim surgiu em se ver complementando as ideias e os escritos de Kelsen, um importante escritor e jurista, porém passível de erros e falhas como todo ser humano.
É claro que não podemos mascarar estudos ou deduzir fatos, mas logo de início notamos que uma de suas posições era adotar o chamado ordenamento jurídico e desviar-se da normativa jurídica, termos que serão conceituados a seguir e que nos remetem ao pensamento Kelsen versus Bobbio.
A normativa jurídica, dizia-se pelo Direito no seu estado mais puro, solitário, independente, onde todas as suas muletas de apoio eram descartadas, como a Sociologia, que é uma ciência primordial vista por olhos clínicos, porém cheias de nuances que não prezam muito pela eficácia. Somos, atualmente, auxiliados pelas pesquisas sociológicas quanto à questão da elaboração de leis e da precisão do povo, mas há um debate nesse âmbito, pois os tempos (social e jurídico) são deveras diferentes, e isso remete a falhas, lacunas e, às vezes (por que não?), banalização da criação de leis (daquelas que não terão serventia imediata ou que não traduz as vontades da sociedade). Ou seja, ele (o Direito) caminharia sozinho nas suas tomadas de decisões e se valoraria como singular, se bastaria e se tornaria ciência, mas cremos que esse pensamento de levar adiante apenas uma concepção seja muito simplório e que, dentro do nosso mundo com seus problemas reais, não conseguiríamos desvincular o Direito de nossos acessos econômicos, sociológicos ou até mesmo filosóficos, visto que são bases primordiais, senão extremamente necessárias.
Já o ordenamento jurídico, defendido por Bobbio, conceitua-se (e isso nos faz enxergar claramente

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