Oleos essenciais

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|[pic] |UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS |[pic] |


RELATÓRIO V: EXPERIMENTO VI
DISCIPLINA: Segurança e Técnicas Básicas de Laboratório – QUI266
PROFESSORA: Henrieteda Silva Vieira














EXPERIÊNCIA VI – DESTILAÇÃO COM ARRASTE DE VAPOR: SEPARAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS LÍQUIDAS


REALIZADA EM 19/05/2011 E 02/06/2011












INTEGRANTES DA BANCADA 4 - TURMA: F3
Juliana Alves Martins
Monique Aline Ribeiro dos Santos






Belo Horizonte - MG
Junho - 2011
I – OBJETIVOS
Através de processos laboratoriais, separar o óleoessencial contidas em 100 g de canela, o cinamaldeído, por meio da técnica de destilação por arraste de vapor, extração líquido-líquido e evaporador rotatório.

II – INTRODUÇÃO
II.1 – Óleos Essenciais
Os óleos essenciais ou terpenos compreendem uma mistura de substâncias voláteis que podem ser de origem natual, quando extraído de plantas, flores, raízes ou animais, ou sintéticas, quando sãoreproduzidas no laboratório através da redução do ácido cinâmico ou da oxidação do álcool cinamílico, por exemplo. Estes compostos são matérias-primas de importância para as indústrias cosmética, farmacêutica e alimentícia, pois conferem sabor e/ou odor aos produtos que os contém.
Terpenos estão contidos em vários órgãos das plantas e assim são denominados por apresentarem uma composiçãolipofílica, quimicamente diferente da composição glicerídica dos verdadeiros óleos e gorduras. Estes estão associados a várias funções necessárias à sobrevivência do vegetal em seu ecossistema, exercendo papel fundamental na defesa contra microorganismos e predadores, e também na atração de insetos e outros agentes fecundadores.
A maioria das substâncias terpênicas são constituídas defenilpropanóides, acrescidos de moléculas menores, como álcoois,ésteres, aldeídos e cetonas de cadeia curta. Os terpenos são derivados de uma unidade básica comumente chamada de isopreno, a qual se origina a partir de pirofosfato de dimetilalila ou de pirofosfato de isopentenila. Estas unidades se condensam, dando origem a monoterpenos (com 2 unidades isopreno e 10 átomos de carbono), sesquiterpenos (3unidades isopreno e 15 átomos de carbono), diterpenos (4 unidades isopreno e 20 átomos de carbono), sesterterpenos (5 unidades isopreno e 25 átomos de carbono), triterpenos (6 unidades isopreno e 30 átomos de carbono), tetraterpenos (8 unidades isopreno e 40 átomos de carbono). O perfil terpênico apresenta normalmente substâncias constituídas de moléculas de dez e de quinze carbonos (monoterpenos esesquiterpenos), mas, dependendo do método de extração e da composição da planta, terpenos menos voláteis podem aparecer na composição do óleo essencial.[1]
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Figura 1 – Fórmulas estruturais de alguns óleos essenciais
II.1.1 – Cinamaldeído

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|Figura 2 – Canela em casca|Figura 3 – Fórmula Estrutural do Cinamaleído |


O cinamaldeído ou aldeído cinâmico (mais precisamente o trans–cinamaldeído, a única forma ocorrente na natureza) é o composto químico que confere à canela o seu sabor e cheiro característicos.
Descoberto em 1884 por Dumas e Péligot é encontrado na casca das árvores da canela e outras espécies dogénero Cinnamomum, tais como a cânfora e cássia. Estas árvores são fontes naturais de canela e o óleo essencial extraído da sua casca tem na sua composição cerca de 90 % de cinamaldeído. Este óleo apresenta-se como um líquido de coloração amarelo, cheirando intensamente a canela, e é mais viscoso que a água. Este composto concentrado é irritante para a pele e tóxico em doses elevadas. A maior...
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