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ASMA BRONQUICA

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias nasais que ataca o sistema respiratório [1], que resulta na redução ou até mesmo obstrução no fluxo de ar. Sua fisiopatologia está relacionada a interação entre fatores genéticos e ambientais [1] que se manifestam como crises de falta de ar devido ao edema da mucosa brônquica, a hiperprodução de muco nas vias aéreas e a contraçãoda musculatura lisa das vias aéreas, com consequente diminuição de seu diâmetro (broncoespasmo).
As crises são caracterizadas por vários sintomas como: dispneia, tosse e sibilos, principalmente à noite. O estreitamento das vias aéreas é geralmente reversível porém, em pacientes com asma crônica, a inflamação pode determinar obstrução irreversível ao fluxo aéreo. As características patológicasincluem a presença de células inflamatórias nas vias aéreas, exsudação de plasma, edema, hipertrofia muscular, rolhas de muco e descamação do epitélio. O diagnóstico é principalmente clínico e o tratamento consta de medidas educativas, medicamentos que melhorem o fluxo aéreo na crise asmática e anti-inflamatórios, principalmente a base de corticóides.
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Sinais e sintomasCaracteristicamente à doença, os sintomas aparecem de forma cíclica com períodos de piora. Dentre os principais sinais e sintomas estão: a tosse, que pode ou não estar acompanhada de alguma expectoração (catarro), dificuldade respiratória, com dor ou ardência no peito, além de um chiado(sibilância). Na maioria das vezes não há expectoração ou se tem é tipo "clara de ovo".
Os sintomas podem aparecer a qualquermomento do dia, mas tendem a predominar pela manhã ou à noite.
A asma é a principal causa de tosse crônica em crianças e está entre as principais causas de tosse crônica em adultos.[2]




Classificação

De acordo com os padrões das crises e testes, a asma pode ser classificada em:
Asma intermitente; Asma persistente leve; Asma persistente moderada; Asma persistente grave.
AsmaIntermitente:
• sintomas menos de uma vez por semana;
• crises de curta duração (leves);
• sintomas noturnos esporádicos (não mais do que duas vezes ao mês);
• provas de função pulmonar normal no período entre as crises.
Asma Persistente Leve:
• presença de sintomas pelo menos uma vez por semana, porém, menos de uma vez ao dia;
• presença de sintomas noturnos mais de duas vezesao mês,porém, menos de uma vez por semana;
• provas de função pulmonar normal no período entre as crises.
Asma Persistente Moderada:
• sintomas diários;
• as crises podem afetar as atividades diárias e o sono;
• presença de sintomas noturnos pelo menos uma vez por semana;
• provas de função pulmonar: pico do fluxo expiratório (PFE) ou volume expiratório forçado noprimeiro segundo (VEF¹) >60% e < 80% do esperado.
Asma Persistente Grave:
• sintomas diários;
• crises frequentes;
• sintomas noturnos frequentes;
• provas de função pulmonar: pico do fluxo expiratório (PFE) ou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF¹) > 60% do esperado




Diagnóstico

O diagnóstico é feito baseado nos sinais e sintomas que surgem de maneirarepetida e que são referidos pelo paciente.
No exame físico, o médico poderá constatar a sibilância nos pulmões, principalmente nas exacerbações da doença. Contudo, nem toda sibilância é devido à asma, podendo também ser causada por outras doenças. Todavia, nos indivíduos que estão fora de crise, o exame físico poderá ser completamente normal.
Existem exames complementares que podem auxiliar omédico, dentre eles estão: a radiografia do tórax, exames de sangue e de pele (para constatar se o paciente é alérgico) e a espirometria que identifica e quantifica a obstrução ao fluxo de ar. Teste de bronco provocação com substâncias pró-inflamatórias; ex: histamina, metacolina. O asmático também poderá ter em casa um aparelho que mede o pico de fluxo de ar, importante para monitorar o curso da...
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