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HISTÓRIA DO PAPEL DE PAREDE
Os homens primitivos, nossos ancestrais, utilizavam da pintura para decorar as paredes de suas cavernas. Os desenhos e símbolos, que até hoje servem para o estudo da evolução humana, além de registrar sua história, também tinham um caráter decorativo que, assim como o registro de sua presença na terra, até hoje nos acompanha. A pintura das cavernas ou a decoração de uma sala de visitas, demonstram nossa necessidade de expressar individualidade, e em última análise, uma maneira de demarcarmos nosso território.

O primeiro registro histórico sobre a utilização do Papel de Parede, como elemento decorativo, ocorreu na China. Os primeiros papéis foram produzidos rudimentarmente com palha de arroz, evoluindo posteriormente para o pergaminho vegetal. Inicialmente as pinturas eram feitas à mão por artesões, depois evoluiram para grandes carimbos de madeira decorativos que depois de entalhados por artistas eram embebidos em tinta para imprimir em sequência os desenhos. As tiras resultantes do processo eram então coladas nas paredes substituindo as tradicionais que ornavam os ricos palacetes dos mandarins, comerciantes e altos funcionários.

Nos séculos XVI e XVII a Europa passa ter mais contato com a China e o Papel de Parede passa a ser utilizado pelos europeus para, inicialmente, decorar parte das paredes em substituição as telas e tapeçarias. É nesta época que ele passa a ser utilizado como border decorativo, contornando portas e janelas. Após sua introdução na Europa sabe-se que em 1630 aparece a primeira fábrica de Papel, o Papel-Toutisses (Papel Flocado) na cidade de Roven – França. Em 1634 a Inglaterra inicia a produção em Cambridge. Os primeiros papéis já impressos aparecem na França em 1638. Os impressos e com relevos moldados em chapas de cobre são produzidos em 1700 na Alemanha. Em 1750 são impressos na inglaterra os primeiros papéis multicoloridos. Em 1770, instala-se em Paris uma fábrica de papéis pintados e flocados, com o

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