Nhil

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 16 (3822 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 24 de maio de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNOPAR – Universidade Norte do Paraná

POPULAÇÃO QUILOMBOLA E AFRO BRASILEIRA NO RIO GRANDE DO SUL

JARU
2011
JOSÉ ADAILTON BENTO PINHEIRO

POPULAÇÃO QUILOMBOLA E AFRO BRASILEIRA NO RIO GRANDE DO SUL

Trabalho apresentado a UNOPAR – Universidade Norte do Paraná como requisito parcial avaliativo nadisciplina de Antropologia, no curso de Serviço Social, sob orientação da professora Maria Lúcia Silva Barroco.


JARU
2011
UNOPAR – Universidade Norte do Paraná
JOSÉ ADAILTON BENTO PINHEIRO

POPULAÇÃO QUILOMBOLA E AFRO BRASILEIRA NO RIO GRANDE DO SUL

AVALIADOR

______________________________________ _________
Nome do Avaliador – InstituiçãoNota

________________________
Média

Jaru
2011
SUMÁRIO

1-Introdução ......................................................................................................05
2-Contesto Histórico e Social Quilombos Forma de Resistência àEscravidão.........................................................................................................06
3-Desigualdades Diversidades e Direitos Humanos no Brasil...........................08
4-Questão da População Afro Brasileira na Atualidade.....................................11
4-Demandas e Perspectivas dos Quilombos e Afro Brasileiros.........................14
5-Considerações Finais.....................................................................................166-Referencias Bibliográficas..............................................................................18

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo discutir as necessidades sociais, impasses, dificuldades e diversidade, buscando incluir a população em pauta em políticas públicas.
A questão social vivenciada pelos negros, especialmente os quilombolas caracteriza-se pordesigualdades de toda a ordem, mas também por resistências e enfrentamento desta população contra esses processos excludentes, tudo isso emerge como em grande desafio ao Estado Brasileiro.
Neste cenário, torna-se invisível à presença do quilombo no cotidiano da execução das políticas públicas apontando para a necessidade da visibilidade destes no diagnósticos, planejamento e nos fazeres técnicos destapolítica, voltando-se para o atendimento das reais necessidades dos quilombolas tornando-se visíveis os esquecidos do quilombo no Rio Grande do Sul e Brasil.

1. CONTESTO HISTÓRICO E SOCIAL, QUILOMBOS FORMA DE RESISTÊNCIA À ESCRAVIDÃO.

O maior símbolo da resistência ao sistema escravista foi o Quilombo de Palmares. Instalado na Serra da Barriga, onde hoje se localizao estado de Alagoas, o Quilombo dos Palmares resistiu por mais de sessenta anos e chegou a contar com uma população de vinte mil habitantes. Era um quilombo formado por várias comunidades organizadas sob a forma do reino.
Os combates e a resistência do quilombo se estenderam por mais três anos. A derrota do Quilombo do Palmares não encerrou a história de resistência dos escravizados no Brasil.O quilombo se desfez, mas muitos negros ainda conseguiam fugir pelo sertão e estabelecer novas comunidades.
O Rio Grande do Sul foi um dos estados em que os negros fugitivos estabeleceram comunidades e ocupou a quarta posição em maior número de escravos do Brasil e o município de Colorado abriga um dos maiores quilombos remanescente de palmares
Porém, muitas visões distorcidas são apresentadassobre o quilombo, uma delas como sendo apenas um lugar de fuga, como se os negros não fossem capazes de nada, a não ser se esconder! Na verdade, conforme teoriza Schimdt “[...] o quilombo era uma verdadeira sociedade alternativa, a exemplo do Quilombo de Palmares, onde resistiu por 65 anos, até que foi conquistado em 1965. Indubitavelmente, era uma república igualitária, fraternal e livre”...
tracking img