Nestlé porta a porta

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  • Publicado : 10 de outubro de 2011
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3

2 ESTUDO DE CASO – NESTLÉ PORTA A PORTA 4

3 ANÁLISE DO ESTUDO DE CASO - QUESTÕES RESOLVIDAS 6

4 CONCLUSÃO 12

REFERÊNICAS 13


1 INTRODUÇÃO
O objetivo do presente trabalho é fazer uma análise de estudo de caso sobre Nestlé e seu sistema de vendas porta-a-porta.
O sistema de vendas porta-a-porta da Nestlé, visa atender as populações das classes C, D e E.Para tal, a empresa esta trabalhando de forma a atender essas classes dentro de padrões que permitam o seu acesso.
Para o desenvolvimento do trabalho, foram propostas 9 questões dissertativas, que serão respondidas dentro do que foi estudado nas disciplinas e Administração da Produção, Administração de Sistemas de Informação, Operações e Logística, e Estatística, no presente semestre docorrente ano.

2 ESTUDO DE CASO – NESTLÉ PORTA A PORTA
Há aproximadamente três anos a Nestlé deflagrou um programa para alcançar a população de menor poder aquisitivo. Fez um projeto piloto e passou a vender iogurte no sistema porta-a-porta. Uma novidade e tanto para a maior empresa de alimentação do mundo, com presença em quase todos os países.
A experiência, realizada na periferia da cidade de SãoPaulo, foi tão bem-sucedida que dentro de um mês será levada para o Rio de Janeiro. O Nordeste é o próximo passo, diz o presidente da empresa no Brasil, Ivan Zurita. Ele pretende ampliar também o número de itens oferecido diretamente na porta do consumidor. “Ainda não definimos a cesta, mas já sabemos que há espaço para uma grama extensa e variada de produtos como Leite Moça, Nescafé, LeiteNinho” diz ele.
Segundo o Executivo, há três anos a Nestlé delegou a um ex-funcionário do setor de vendas a missão de estruturar a comercialização direta ao consumidor no sistema porta-a-porta. “O setor tem hoje 150 vendedores só na área teste, alcançou faturamento de US$ 1,3 milhões em 2005”, informa Zurita.
E o projeto de alcance dos consumidores das classes C, D e E terá novo desdobramento nesteano. Dentro de aproximadamente um mês, informa Zurita, a multinacional suíça deve anunciar o investimento de algo entre R$90 milhões a R$ 120 milhões na construção de uma nova fábrica, na cidade de Feira de Santana, na Bahia.
A nova unidade, segundo ele terá a função estratégica de reduzir custos na distribuição dos produtos da empresa e assim, torná-los mais acessíveis aos consumidores de baixarenda da região Nordeste do País. Em Principio, diz ele, está definido que na nova fábrica serão produzidos cereais e haverá envase de café. “Mas estamos estudando outras linhas de produtos porque queremos ter o maior número de itens disponível a um custo menor para aquela região.
Segundo o executivo, uma das maiores preocupações da empresa hoje é “criar alternativas de preços que possibilitem oacesso da população de baixa renda aos produtos.” Quando falamos de consumidores com baixo poder aquisitivo, estamos falando de um amplo universo. As classes C, D e E respondem por 72% do consumo de alimentos no país. "Então é só diminuir o tamanho de uma embalagem ou oferecer produtos com menor grau de sofisticação. “O desafio está na redução de custos. Daí a fábrica em Feira de Santana”
Zurita dizque a Nestlé está atenta às demandas da base da pirâmide C e D para a sua área de marketing. “São profissionais que demandas e necessidades desses consumidores porque são as mesmas demandas que eles têm”, explica.
A Nestlé, no ano passado, dedicou-se a um novo desenho da logística de produção e de distribuição da empresa. Neste ano, diz Zurita, a empresa quer surpreender o mercado com olançamento de pelo menos 50 novos produtos – contra 40 itens lançados em 2005. “Não estamos de olho apenas na população de baixa renda e por isso precisamos oferecer uma gama variada de produtos para todo o mercado”.
De acordo com o executivo a empresa registrou faturamento de R$11,5 bilhões em 2005 com o processamento de 1.450 mil toneladas de produtos. A dúvida é se a modalidade porta-a-porta dará...
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