Nazare das farinhas

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Sumário



|01 |INTRODUÇÃO |04 |
|02 |ORIGEM DA FEIRA DE CAXIXIS |06 |
|03 |A DENOMINAÇÃO CAXIXI |08|
|04 |LOUÇA GROSSA E MUÇALHA |10 |
|05 |A PINTURA E DECORAÇÃO |11 |
|06 |ECONÔMICO E COMERCIAL |13|
|07 |QUARTA-FEIRA MAIOR |14 |
|08 |QUINTA-FEIRA MAIOR |15 |
|09 |O PONTO ALTO DA FEIRA|16 |
|10 |SEXTA-FEIRA SANTA |17 |
| |CONCLUSÃO |18 |
| |REFERENCIAS|19 |

































1 INTRODUÇÃO


A tradição popular conta que um oleiro chamado Patrício, natural da vila de Marogogipinho, município de Aratuípe, numa sexta-feira subiu o Rio Jaguaripe levando uma canoa cheia de objetos de barro feito a mão para vendê-los em Nazaré. Osucesso das vendas foi tão grande que no ano seguinte ele voltou desta vez acompanhado de vários outros oleiros. Iniciava-se assim uma tradição que já soma mais de três séculos e é o mais antigo evento ceramista do País. Ainda hoje produtos de cerâmicas são produzidos na Vila de Marogogipinho. Originalmente comercializavam apenas miniaturas de louças de barro, hoje são vendidos inúmeros produtosartesanais principalmente artigos de cerâmica. A cidade recebe artesãos e visitantes de inúmeras partes do Brasil e até do exterior. Esta feita é realizada da quinta-feira Santa ao Domingo de Páscoa, no centro da cidade de Nazaré e arredores. È organizada pela Prefeitura Municipal de Nazaré com o apoio da Associação dos oleiros de Marogogipinho e da Prefeitura de Aratuípe.

A feirade caxixis é uma feira de cerâmica - popular, onde se vende variedade de louças de barro. Realizam-se todos os anos na histórica cidade de Nazaré, no recôncavo Sul, durante a Semana Santa. A tradição da existência da Feira de Caxixis perdeu-se no tempo e ninguém sabe quando começou. Segundo a opinião de muitos(entre os quais está o saudoso Anísio Melhor) data presumivelmente de quase trezentosanos. O costume do comparecimento para vender louça bonita tem passado de pai para filho como também tem passado à tradição artesanal da cerâmica. (Abinael M.Leal, 2ª edc.p.12)




O acontecimento é um misto de feira e festa, chegando ao auge de movimentação na noite da sexta-feira Santa. Mas, desde quarta-feira já se encontram alguns oleiros com seus lotes de louças em exposição antigamente emesteiras estendidas ao chão, hoje em prateleiras ornamentadas pela comissão dos festejos c, ocupando logo os principais pontos da Praça Alexandre Bitencourt, a principal da cidade. Onde se erguem fronteiros o histórico “Prédio dos Arcos” e o velho casarão do então “Hotel Colombo”, ambos a poucos metros do cais e da Ponte Pelttier de Queiroz que atravessa o romântico Rio Jaguaripe. Vê-se na...
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