Mulheres no mercado de trabalho

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  • Publicado : 11 de maio de 2011
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Problematização da Mulher no Trabalho

Dirigido pela professora Efigênia, que trabalha no ramo da Sociologia, este trabalho tem como objetivo assimilar os conteúdos trabalhados em sala de aula com a vida cotidiana de nós, jovens.

O tema proposto
Elaborar um álbum relacionando a juventude com as Instituições Sociais, explicando sobre as perspectivas e polêmicas referentes acada uma delas”. Para a execução de tal, lançamos mão de um material que veio a aparecer em um ótimo momento.
As informações aqui contidas são inteiramente baseadas em nossas fontes de pesquisa, bem como no aproveitamento das aulas teóricas. Coube a nós pesquisar, ler e repassar o que foi lido a este material.
Esperamos que seja prazeroso o desfrute deste, por vocês, caros leitores,a quem dedicamos com muito carinho esta nossa obra.

Família
Atualmente, o jovem vem se destacando nas relações familiares. Os filhos promovem revoluções dentro de casa e, mesmo menores de idade, têm voz ativa onde vivem. Tudo isso porque a atual juventude é mais bem informada do que as gerações passadas, graças à liberalização educacional. Assim, os jovens estão promovendomudanças comportamentais positivas para a família e para a sociedade.
Geralmente, quando um membro jovem da família começa a colocar suas idéias em prática dentro de casa, cria-se uma resistência por parte dos pais, que gradativamente vai diminuindo, até cederem aos argumentos dos filhos.

Igreja
“Os jovens estão fazendo a trilha inversa à de seus pais: retomaram o gosto por ir àigreja e hoje fazem dela um ponto de encontro”; assim começa a reportagem que fala sobre os jovens em relação à igreja. A mudança na forma de como são feitos os cultos religiosos, como, por exemplo, os estilos musicais aderidos à música religiosa, conquistaram a juventude, que se faz mais presente nos cultos. Há também uma boa porcentagem de jovens que acreditam em um Deus, apesar de não terem umareligião.
Em relação a essas mudanças havia uma forte resistência por parte da Igreja Católica, que é uma instituição altamente conservadora, mas que já foi bem diluída e hoje há uma aceitação maior das mudanças - que foram para melhor.

Estado
Diante de um país cheio de injustiça, pobreza e outros adjetivos mais, e vendo também que nada está sendo feito para mudar este quadro,realmente, como afirma o artigo, dá vontade de ter vivido nos tempos da ditadura militar. Não pelos movimentos estudantis em si, mas sim pela disposição que se dispunham os jovens daquela época para mudar o país – o que hoje está em falta. Os jovens devem cumprir suas lições de casa (deveres) e também se organizar, como ocorreu naquela época, para exigir os direitos de todo cidadão.
Maspara isso é preciso que nós, jovens, mudemos nossos hábitos e mentalidades. Ler mais faz parte dessa mudança. Somos um povo que não tem o hábito de ler (brasileiros lêem, em média, dois livros por ano, enquanto na França, lê-se, em média, nove). O jovem tem em mente que de tudo o que tinha de se fazer pelo país já foi feito por seus pais, o que não é verdade. Nossos pais fizeram a parte deles,lutando pelas eleições diretas. Cabe agora a nós, lutar pela democracia ao pé da letra, acabar com as diferenças em nosso país para que em um futuro - não muito próximo, infelizmente - nossos descendentes possam viver em um mundo mais justo, digno, amigável.

Escola
O jovem dedica boa parte de sua atenção para esta Instituição Social, pois são necessárias cada vez mais informações parase ter melhores chances no mercado de trabalho e é papel da escola orientar os jovens na busca dessas informações.
Há muita polêmica entre os jovens sobre a escolha do curso e, conseqüentemente, da carreira a qual seguir. Isso se deve ao crescente número de cursos novos, oferecidos pelas universidades. O tema é geralmente abordado tardiamente nas escolas de Ensino Fundamental (somente no...
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