Movimentos sociais no campo

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Trabalho de Geografia |
Movimentos Sociais no Campo |
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MOVIMENTO DOS SEM TERRA (MST)

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) é um movimento político-social brasileiro que busca a reforma agrária. Teve origem na oposição ao modelo de reforma agrária imposto pelo regime militar, principalmente nos anos 1970, que priorizava a colonização de terras devolutasem regiões remotas, com objetivo de exportação de excedentes populacionais e integração estratégica. Contrariamente a este modelo, o MST busca fundamentalmente a redistribuição das terras improdutivas.

João Pedro Stédile, um dos principais líderes do MST.

Apesar dos movimentos organizados de massa pela reforma agrária no Brasil remontarem apenas às ligas camponesas, associações deagricultores que existiam durante as décadas de 1950 e 1960, o MST proclama-se como herdeiro ideológico de todos os movimentos de base social camponesa ocorridos desde que os portugueses entraram no Brasil, quando a terra foi dividida em sesmarias, por favor, real, de acordo com o direito feudal português, fato este que excluiu em princípio grande parte da população do acesso direto a terra.

União Geralde Trabalhadores (UGT)
A UGT foi fundada por Pablo Iglesias em Barcelona a 12 de Agosto de 1888, coincidindo com a celebração da Exposição Universal de Barcelona de 1888, que empregara milheiros de pessoas em tarefas de construção, trabalhando em duras condições que os conscientizara da necessidade de se organizarem para defender os seus interesses. A UGT nasceu em íntima relação com o socialismomarxista apesar do seu apoliticismo estatutário.   Até o século XIV o Congresso de 1920 não assumiu a luta de classes como princípio básico da ação ugetista, embora nunca chegasse a estabelecer um órgão misto de conexão institucional com o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), o sindicato esteve relacionado com o partido desde o seu nascimento, já que até a década de 1980 a sindicação à UGTsupunha a afiliação ao PSOE e vice-versa.
No período da I Guerra Mundial produziram-se táticas de aproximação e unidade de ação com os anarcossindicalistas da Confederação Nacional do Trabalho (CNT) e os comunistas, interrompidas bruscamente com o advento da ditadura de Primo de Rivera, quando a CNT se opôs ao golpe de estado, sendo, portanto proibida pela ditadura, enquanto a UGT amostrava umaatitude de maior passividade que lhe permitiu continuar funcionando.

Durante a época da II República, a crescente influência da UGT, que rebordou o milhão de afiliados, foi aproveitada pela ala mais radical representada por Largo Caballero para apoiar a greve revolucionária, a qual terminou numa insurreição armada contra o Governo republicano, a revolução de 1934, e cujo desenvolvimentoviolento seria o prelúdio da posterior Guerra Civil durante a qual profundaram as fissuras internas e provocaram a saída de Largo Caballero da Secretaria-Geral em 1937.

Após o exílio derivado da vitória franquista, as atividades da central passaram à clandestinidade durante a ditadura, e ao seu ressurgimento no quadro da transição democrática, com Comissões Operárias (CCOO), constituindo-se como asopções com maior afiliação na Espanha democrática.

Convocou junto a CCOO as greves gerais de 1988, 1992, 1994 e 2002, atingindo também a segunda posição como central sindical em número de delegados.
Seu secretário-geral foi da Transição até 1994 o histórico sindicalista Nicolás Redondo, sendo substituído por Cândido Méndez, reelegido em 1995, 1998, 2002 e 2005.

Em 1994 teve de hipotecar  todoo seu patrimônio num crédito do ICO por causa da assunção da totalidade da dívida gerada pela sua cooperativa de moradias PSV após a sua quebra, que afetou mais de 6.000 cooperativistas. Posteriormente, UGT seria eximida de toda responsabilidade penal pelo Tribunal Supremo.

Em 2005, o governo de José Luis Rodríguez Zapatero continuou a devolução do patrimônio sindical apoderado durante e...
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