Movimentos sociais glbt

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Luiza Mendes Corrêa de Souza









Movimentos Sociais









NOMES: Victor Henrique, Tamires Brunini, Felipe Gomes, Tainá Lino.

3ºC

PROFESSOR: DISCIPLINA: Sociologia



Maio/2012



Índice:



.Introdução.



.Desenvolvimento.



. Objetivos do Movimento.



.Conclusão.



.Bibliografia.Introdução:

O início do movimento no Brasil remonta ao final dos anos 70. Em duas décadas e meia, o GGB-Grupo Gay da Bahia — o mais antigo do país e da América Latina — fez história no estado e no país. Durante esse tempo, tem lutado pela parceria civil entre homossexuais e direitos da comunidade lesbigay, a mais vulnerável em relação à observância de seus direitos humanos. Na Bahia, existem outrasentidades atuantes na defesa da causa gay como PRO HOMO, Grupo Gay de Camaçari, Quimbanda Dudu, Palavra de Mulher, Coletivo KIU, Grupo Gay da Periferia, ATRAS, entre outros.

Gays e lésbicas são mais de 10% da população mundial; no Brasil, são mais de 18 milhões. Nos últimos 20 anos, mais de dois mil e 500 homossexuais foram executados, vítimas da intolerância à homossexualidade (homofobia), onde oódio da homossexualidade se manifesta através de requintes de crueldade como são praticados tais homicídios: dezenas de tiros ou facadas, morte a pontapés, pedradas, afixamento, pauladas, enforcamento, uso de múltiplas armas, tortura prévia, declaração do assassino “matei porque odeio gay!”. Dentre as vítimas, 72% eram gays e 25% travestis.



Na década de 70, um psicólogo americano criou otermo homofobia, para descrever o ódio às pessoas que tem sentimentos pelo mesmo sexo, sendo considerada uma sociopatia, uma doença social, que origina violência física e discriminação reproduzida através de insultos, de omissão, abalando a autoestima das pessoas que não encaixam na norma ditada pelo padrão heterossexista.

Os dados do relatório estão no site: www.ggb.org.brDesenvolvimento:



Os homossexuais pertencem a todos estratos sócio-econômicos, de empresários a mendigos, incluindo muitos cabeleireiros, profissionais do sexo, professores, padres e pais de santo, estudantes. Nem 10% dos assassinos são identificados, colaborando com a impunidade a omissão e mutismo de vizinhos e testemunhas, antipáticos aos gays.

Segundo pesquisa do GGB, A média geral é que acada três dias um crime de ódio contra homossexuais é praticado no país. Com mais de 100 assassinatos por ano, o Brasil ocupa o primeiro lugar numa lista de 25 países onde os dados estão disponíveis. O México, que ocupa o segundo lugar, tem em média 35 mortes anuais. A pesquisa do GGB chama a atenção ainda para a precariedade da coleta dos dados, que podem estar subestimados, pois dependemexclusivamente do levantamento de notícias de jornais e da internet.

Essa tragédia tem solução, conclui o responsável pelo estudo, o Prof. Luiz Mott: educação sexual científica em todos os níveis escolares, ensinado desde o pré-primário o respeito aos direitos humanos dos homossexuais; legislação que puna os crimes sexuais com o mesmo rigor que o racismo; maior rigor da Polícia e da Justiça nainvestigação e punição dos criminosos, e finalmente, maior consciência da população GLBT - cada vez mais numerosa nas 70 paradas gays que se realizam de norte a sul do país - mas que ainda não se conscientizou que “gay vivo não dorme com o inimigo!”

A orientação sexual não envolve apenas comportamentos sexuais, envolve também sentimentos e atração, refere-se às diferentes relações afetivo/sexualpodendo ser entre pessoas do sexo diferente ao seu (heterossexual), entre pessoas de ambos os sexos (bissexual) ou a entre pessoas do mesmo sexo (homossexual). Contudo, uma vez que a medicina afirmou que homossexuais são doentes, e nossos antepassados ouviram que era pecado, que nossa sexualidade está definida de forma rígida e de que não existe outra a não ser a Heterossexualidade, o preconceito...
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