Motivação e stress gerencial

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COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
MOTIVAÇÃO E STRESS GERENCIAL

Faculdade Anhanguera de Campinas – Unidade 1
2012

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
MOTIVAÇÃO E STRESS GERENCIAL

Trabalho apresentado para avaliação da disciplina Comportamento Organizacional em cumprimento às exigências do curso de Administração de Empresas.

Faculdade Anhanguera de Campinas – Unidade 1
2012

SUMÁRIOINTRODUÇÃO 4

1. MOTIVAÇÃO 5
1.1. Abordagem Clássica 6
1.2. Abraham Maslow e a teoria das necessidades humanas 6
1.3. Frederick Hezberg e a teoria dos dois fatores 14
1.4. Douglas McGregor e a motivação humana 17

2. STRESS GERENCIAL 19
2.1. O stress do gerente 20
2.2. Porque o stress é um problema para as empresas 22
2.3. Por que o gerente é vulnerável ao stress negativo? 23
2.4. Stress: aspecto histórico e conceito 24
2.5. Identificando o stress negativo: fatores fisiológicos e emocionais 25
2.6. Examinando o outro lado da moeda: o stress positivo 26
2.7.Programa de treinamento para redução do stress e cura das doenças recorrentes 28

CONCLUSÃO 31

BIBLIOGRAFIA 33
















INTRODUÇÃO

O trabalho a seguir aborda dois assunto muito importante como a Motivação e o Stress Gerencial.Veremos a teoria de pessoas que se tornaram um referencial no assunto, o porquê a motivação é importante para o individuo e como ela deve ser aplicada. Analisaremos a teoria dos dois fatores e conheceremos um pouco de Maslow, Herzberg, Douglas McGregor.
Também veremos sobre o stress gerencial, quais as suas causas, porque tem se tornado um problema para as empresas, seu histórico e se realmenteexiste o stress positivo.


Boa leitura!
















MOTIVAÇÃO

Todo administrador de empresa, pública ou privada, responsável, em última análise, pela consecução dos objetivos organizacionais, deve constantemente se perguntar: o que é que faz com que os indivíduos trabalhem para a empresa e que produzam os resultados esperados? Se eles não se envolvem comos objetivos organizacionais, o que eu, como dirigente, posso fazer?
Esse tipo de indagação é crucial, e do maior ou menor grau de acerto no seu equacionamento irá depender a própria sobrevivência e continuidade da organização. As respostas são as mais variadas, algumas vezes desconcertantes, fundamentadas em um grande número de teorias, onde o dissenso é a tônica. Isso deixa o Administrador decerta forma atônito; deverá ele basear-se na posição hierárquica, no princípio do alcance do controle, por exemplo, para obter cooperação de seus subordinados ou deverá lançar mão da gerência democrática, onde a participação e o autocontrole predominam? A resposta a esse tipo de preocupação não é fácil; é bem possível que nem exista. Entretanto, é necessário que formemos o nosso próprio quadro dereferência. Procuramos fazê-lo a partir da revisão das principais teorias motivacionais em voga. Isso, repetimos, apresenta um grau de dificuldade significativo. Afinal, na visão de Maslow, quando nós analisamos as motivações mais profundas do homem, quando nós perguntamos o que o homem deseja da vida, estamos lidando com sua própria essência.
De certa forma, todas as teorias de motivação queserão discutidas procuram responder a duas questões críticas:
- O que é que faz com que as pessoas ingressem numa organização e nela permaneçam?
- Em que condições os ocupantes de um determinado cargo se sentem propensos a produzir (investindo energia e esforço) no ritmo exigido pela organização?
Na tentativa de respondê-las, faremos uma breve revisão das principais teorias, que, a nosso...
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