Mortalidade

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PESQUISAS

8 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) surgem da Declaração do Milênio das Nações Unidas, adotada pelos 191 estados membros no dia 8 de setembro de 2000. Criada em um esforço para sintetizar acordos internacionais alcançados em várias cúpulas mundiais ao longo dos anos 90 (sobre meio-ambiente e desenvolvimento, direitos dasmulheres, desenvolvimento social, racismo, etc.), a Declaração traz uma série de compromissos concretos que, se cumpridos nos prazos fixados, segundo os indicadores quantitativos que os acompanham, deverão melhorar o destino da humanidade neste século.



4. Redução da mortalidade infantil. A cada ano, 11 milhões de bebês morrem de causas diversas. Investimento em saneamento básico, estímulo aoaleitamento materno e campanhas de esclarecimento sobre higiene pessoal e sanitária são algumas das medidas propostas.



Mortalidade infantil tem queda recorde na década Índice do Censo 2010 é 47,5% menor que o registrado em 2000 com R7 Rio



A taxa de mortalidade infantil teve redução recorde na última década e chegou a 15,6 mortes de bebês de até um ano de idade por mil nascidos vivos,segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta sexta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice é 47,5% menor que os 29,7 por mil registrados em 2000.



Antes do período 2000-2010, a maior queda tinha acontecido entre 1970 e 1980, quando a taxa de mortalidade infantil caiu 39,3%, passando de 113 mortes por mil nascidos vivos para 69,1 por mil. Desde 1960 (131mortes por mil nascidos vivos) a 2010, a redução foi de 88%.



24% das pessoas têm algum tipo de deficiência no Brasil

Norte e Nordeste têm maior redução de filhos em 10 anos



Estimativas da Ripsa (Rede Interagencial de Informações para a Saúde), que reúne universidades e outras instituições de pesquisa, além de órgãos do governo como Ministério da Saúde e o próprio IBGE, jáindicavam havia alguns anos queda na mortalidade infantil bem mais acentuada do que a registrada anualmente pelas Pnads (Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílio). Com a divulgação do Censo 2010, os dados oficiais e as estimativas se aproximam.

Segundo a presidente do IBGE, Wasmália Bivar, a queda na mortalidade se deve a um conjunto de fatores.

— A queda da mortalidade é resultado de inúmerastransformações da sociedade brasileira no que diz respeito não só ao sucesso das políticas públicas, mas inclusive da redução da fecundidade brasileira. Como as mães hoje têm menos filhos para cuidar, elas têm mais tempo para cuidar de cada um e de aproveitar os benefícios que os avanços na saúde permitem.

Apesar dos avanços, o Brasil ainda está longe dos padrões dos países mais desenvolvidos,de cinco mortes por mil nascidos vivos ou menos. As mais baixas taxas de mortalidade, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), são da Islândia, Cingapura e Japão, em torno de 3 mortes por mil nascidos vivos.

A menor taxa das Américas é de Cuba (5,1 mortes por mil nascidos vivos). Itália, Portugal e Nova Zelândia têm índice de 5 mortes por mil. O Brasil continua atrás da Argentina (13,4por mil), Uruguai (13,1 por mil ) e Chile (7,2 por mil). A taxa brasileira se equipara às da Moldávia (15,8 por mil) e da Síria (16 por mil). Os piores índices são do Afeganistão (157 por mil) e Serra Leoa (160 por mil).



No período de 2000 a 2010, o Nordeste teve a maior redução na mortalidade infantil, entre todas as regiões, de 58,6%. Os índices nordestinos caíram de 44,7 mortes por milnascidos vivos para 18,5 por mil. Continua a ser a região com a pior taxa, mas as diferenças entre as regiões caíram significativamente. A taxa de mortalidade infantil no Norte, segundo o Censo 2010, é de 18,1 mortes por mil nascidos vivos. O Centro-Oeste registrou 14,2 por mil; o Sudeste chegou a 13,1 por mil e o Sul continuou com a menor taxa, de 12,6 por mil.

A queda significativa da...
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