Mortalidade materno-infantil

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“capitão dos pinheirais”

MORTALIDADE MATERNO-INFANTIL: CAUSAS E SOLUÇÕES
“INFANT AND MATERNAL MORTALITY: CAUSES AND SOLUTIONS”
Key words: maternal death, infant mortality, neonatal mortality, and
prenatal care
SUMÁRIO:
1. Introdução
2. Causas de Mortalidade Materna
3. Causas de MortalidadeInfantil
4. Soluções (Propostas para a Redução da Mortalidade Materno-Infantil)
5. Conclusões
6. Bibliografia

1. INTRODUÇÃO

As razões de mortalidade materna e os coeficientes de mortalidade infantil
têm sido os indicadores de saúde mais utilizados quando o objetivo é avaliar não
apenas a qualidade de saúde de uma determinada população, mas também o grau
de desenvolvimento de uma nação.Estudos epidemiológicos consistentes poderão
revelar informações valiosas sobre a qualidade da assistência prestada à mulher
no ciclo grávido-puerperal, durante o pré-natal e também a nível hospitalar, como
também a assistência prestada ao recém-nascido durante o trabalho de parto e no
parto, e ainda às crianças nos primeiros 365 dias de vida.
Para que estes estudos melhorem em credibilidadee consistência, é muito
importante a atuação dos comitês municipais e estaduais de mortalidade materna e
infantil, que fazem excelente trabalho de verificação dos óbitos ocorridos. O “SIM”
(Sistema de Informação de Mortalidade), e o “SINASC” (Sistema de Informação de
Nascidos Vivos), contarão com “dados mais completos” após o preenchimento das
declarações de óbito e de nascidos vivosrealizados pelos comitês. O levantamento

começa nos Cartórios de Registro Civil onde as declarações de óbito e de nascidos
vivos são registradas, a seguir os óbitos de mulheres em idade fértil e de crianças
abaixo de 365 dias de vida são selecionados. Em seguida os “prontuários médicos”
hospitalares e ambulatoriais são analisados por integrantes destes comitês, e ainda
os familiares dosindivíduos falecidos, podem ser entrevistados pelos comitês para
melhor preenchimento das informações previstas nas declarações, evitando assim
a sub-notificação.
As medidas de prevenção da mortalidade materno-infantil praticadas em todo
o Estado do Paraná têm alcançado bons resultados, especialmente na redução dos
óbitos das crianças “abaixo de 1 ano” de vida. Porém ainda são insatisfatórias para
aredução das mortes maternas. (Tabelas 1 e 2)
Segundo a Organização Mundial da Saúde, “morte materna” é aquela ocorrida
durante a gestação ou dentro do período de 42 dias após o término da gestação,
independentemente da duração ou da localização da gravidez, devido a qualque r
causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas em relação a
ela, porém não devida a causas acidentaisou incidentais. Após esse período, e em
até um ano após o parto, também pode ocorrer o chamado óbito materno tardio ( a
Razão de Mortalidade Materna é o número de mortes maternas ocorridas /100.000
nascidos vivos). Já a “morte infantil”, refere-se aos óbitos de crianças menores de
1 ano (e o coeficiente de Mortalidade Infantil, é o número de mortes de menores de
1 ano para cada 1.000 nascidosvivos).
A atuação conjunta das especialidades de Obstetrícia e Pediatria no período
Pré-Natal e Neonatal precoce, é conhecida como a “Perinatologia”. (Figura 1)
A “Perinatologia” apresentou em pequeno espaço de tempo, descobrimentos
voltados para melhorar a qualidade da atenção à saúde materno-infantil, conforme

descreveu o Prof. Roberto Caldeyro Barcia neste “histórico” a seguir (MANUALDE
PERINATOLOGIA, 1995):- primeiros registros da cardiotocografia fetal (CREMER,
1906); o cardiotocograma “continuo” no trabalho de parto (BARCIA et al., 1958); o
estudo do “equilíbrio ácido-básico e de gases respiratórios” em amostra de sangue
do couro cabeludo fetal no trabalho de parto (SALING, 1968); a “ultrassonografia”
(DONALD, 1958); a doplerfluxometria (GILL, 1978); amnioscopia...
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