Morfossintaxe

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  • Publicado : 11 de julho de 2012
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Morfossintaxe
Com advento da teoria gerativa (fundada na obra de Noam Chomsky), a sintaxe (estudo das estruturas frasais da língua) veio torna-se o centro dos estudos lingüísticos.
Nesses estudos,a morfossintaxe apresentou-se como parte importante do conhecimento lingüístico. Na teoria gerativa de inspiração chomskyana, em que o componente central da gramática da língua é uma interpretaçãosemântica, ou seja, todo falante de uma língua traz consigo os fundamentos dela.
Mas na maioria das vezes nas aulas de sintaxe, seja no ensino fundamental e médio a linguagem internalizada passadespercebido e rejeitada pelo falante da língua em uso.
Essas práticas tem provocado nos alunos textos improdutivos e frases mal interpretativas a ponto das aulas tornarem “sem aproveitos e chatas” a partirdesta concepção que ocorre no âmbito escolar, podemos entender que os métodos de aprendizagem são arcaicos e tradicionais.
Como se vê os alunos não vão para sala de aula de memória “vazia ousimplesmente como recebedor que está sendo testado.Para Chomsky (1965) o falante é que domina o sistema como o todo homogêneo.É ele que está por traz da competência lingüística.
Pelo viés da formulação docampo do conhecimento, a competência textual, baseada na competência lingüística.Segundo Chomsky se o sujeito é falante ele é linguisticamente para produzir frases também para produzir texto.
Amorfossintaxe não encontra-se desvinculada da lingüística aplicada à leitura e a produção de texto.O seu desdobramento de uso diversifica os mais variados textos e gêneros literários.
Texto literárioscomo os poéticos, romances, conto, crônica e poemas podem ser cultivadas por leitores, professores e alunos e despertar o prazer pela leitura e estimular as praticas do ensino.Como observa RubensAlves, “São raríssimo os casos de amor à leitura desenvolvido nas aulas de estudo formal da língua.”Em conversas com quem gosta de ensinar(p.84), o mesmo autor comenta:”E agora eu me perguntaria sobre o...
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