Moore & garg

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SUMÁRIO
Introdução.......................................................................................................................2
Moore & Garg.................................................................................................................3
Repetitividade..................................................................................................................4Aplicação de forças.........................................................................................................5
Metodologia Moore & Garg..........................................................................................6
Conclusão........................................................................................................................9
Referênciabibliográfica.................................................................................................10

INDRODUÇÃO
Vou falar do método de análise de risco de desenvolvimento de disfunções músculo tendinosas em membros superiores. O nome "oficial" por assim dizer é Stain Index (ou índice de esforço) e foi desenvolvido em 1995 por MOORE, J. S e GARG, A.; com principal objetivo de avaliar o risco delesões em punhos e mãos.
Conseguimos através de gráficos demonstrar esse índice de esforço por meio de 6 fatores (FIE, FDE, FFE, FPMP, FRT e FDT).

MOORE & GARG
É um método de análise de risco de desenvolvimento de disfunções músculo tendinosas em membros superiores.
O nome “oficial” por assim dizer é Stain Index (ou índice de esforço) e foi desenvolvido em 1995 por MOORE, J. S e GARG, A.;com principal objetivo de avaliar o risco de lesões em punhos e mãos.
Apresenta grande aceitação no meio acadêmico, empresarial e judicial, quando se trata de demandas relacionadas à repetitividade, aplicação de forças e posturas forçadas para extremidades distais de membro superior.
Para termos uma idéia do que estamos avaliando, vamos passar por algumas definições que se fazem necessárias nesteponto do artigo. Iremos falar um pouco sobre a repetitividade e a aplicação de forças.

REPETITIVIDADE
Geralmente na indústria, as tarefas podem ser caracterizadas segundo Escorpizo & Moore (2007) como:
1. Inteiramente automatizado, onde uma tarefa é feita por uma máquina, por um motor, ou pelo equipamento;
2. Semi-automatizado, onde uma tarefa é compartilhada por uma máquina e por umtrabalhador; e
3. Manual, em que a tarefa é realizada inteiramente pelo trabalhador
Ainda segundo estes autores, as atividades de trabalho totalmente automatizadas e manuais não tem representado tantos problemas quanto àquelas em que o homem compartilha com a máquina sua tarefa. Nesta circunstância lhe é cerceado a possibilidade de controle sobre sua tarefa.
Porém, ainda falta definir o que éser repetitivo?
Para Hagberg e Silverstein, o conceito de repetitividade compreende:
• Mais de 50% da jornada realizando a mesma tarefa;
• Ciclos repetidos com menos de 30 segundos de duração.
Apesar de ainda muito a acrescentar nestes conceitos, eles servem de base para “tentarmos” definir o que é uma atividade repetitiva. Vejamos que essa não é uma tarefa fácil. Podemos atédelimitar o que é uma tarefa repetitiva, porém a dificuldade está justamente em determinar até que ponto esta tarefa é potencialmente causadora de lesões.
E aqui entramos no segundo ponto a esclarecermos antes de chegarmos ao método em si – a aplicação de forças.

APLICAÇÃO DE FORÇAS
Quando tratamos de aplicação de forças, estamos diretamente ligados à capacidade de contração e relaxamento muscular. Amaior (ou melhor) propriedade do músculo está justamente na sua capacidade de contrair e distender-se, conseqüentemente gerando força.
A estrutura músculo esquelética de membros superiores desperta grande interesse no ambiente industrial, visto que estas estruturas não foram “programadas” para gerar grande volume de força por longos períodos de maneira cíclica.
“Não somos máquinas, somos...
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