Monografia segunda parte

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  • Publicado : 12 de agosto de 2012
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INTRODUÇÃO


O termo Inclusão Escolar exige o pleno reconhecimento de todos em relação aos direitos sociais básicos inerentes a todo cidadão, conforme elencado em diversos embasamentos legais, em especial a Constituição Federal, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.069/90), os PCNS, entre tantos outros documentos que norteiam aeducação brasileira.
A tarefa que a escola vai desempenhar (ou está desempenhando) dependerá de vários fatores em relação ao futuro do aluno: a inserção a cidadania plena de direitos, autonomia, democracia, tecnologias e outros; ou de maneira contraditória, a exclusão estará presente em nossa sociedade por longos anos.
Na relação da formação do professor, sabemos que oscursos de graduação, as Universidades, as capacitações não tem alcançado os objetivos essenciais, onde teoria e prática, infelizmente não fazem parte de um contexto.
Estaremos enfatizando no presente trabalho monográfico, a autonomia da escola, as propostas existentes em relação aos sistemas de ensino, o Projeto Político Pedagógico, documento responsável e norteador das principais ações,atitudes e intencionalidades educativas.
Dessa forma, podemos destacar que, no mundo globalizado, alguns são e serão detentores de “amplos direitos”: tecnologia, bem estar social, moradia, lazer, recreação; mas paradoxalmente, o mesmo processo de globalização também gera exclusão, como por exemplos: a corrupção, a violência, o desemprego em massa, o analfabetismo entre outros.Mas para todo processo de adequação e de inclusão, de novas metodologias, são necessárias as participações plenas de todos aqueles que de alguma forma relacionam com a Instituição Escolar, todos os segmentos escolares deverão estar comprometidos com essa tarefa, que na realidade perpassa o ambiente escolar, seguindo por toda sociedade atual.
A nossa intenção é a de contribuir com opresente trabalho, buscando o apoio de pesquisadores, autores e materiais recebidos do curso, debater numa reflexão ampla, aliando teoria e prática, estudando possibilidades de realizações em âmbito de escola e sociedade.
Dessa forma conseguiremos tornar possível o sonho de possibilitar, através da escola, uma inserção plena de todos os alunos a uma condição específica de “cidadão”. Atarefa é complexa, de dimensão complexa, envolvendo uma gama de individualidades, mas a sensibilização poderá de fato “fazer a diferença” nesse processo inclusivo.































CAPÍTULO 1 – A CONSTRUÇÃO COLETIVA DO PROJETO PEDAGÓGICO



A escola é um espaço específico cuja finalidade, bem como as ações de seus atores, só podeser compreendida a partir de um conhecimento prévio. A escola ao mesmo tempo acaba lidando com o Brasil real, o Brasil da miséria, da corrupção, da pobreza em todos os seus sentidos, de uma forma muito mais direta e urgente que a universidade ou a empresa. E nessa discussão podemos fazer uso das palavras da Profª Drª Maria Celeste de Moura Andrade da UNICAMP (2005, p.211), conforme transcriçãoabaixo:


Quando a discussão envolve o processo de construção coletiva do projeto político pedagógico é necessário não perder de vista que o processo de planejamento deve considerar a atividade prática e reflexiva dos sujeitos envolvidos. A prática das relações humanas continua marcada pela anticidadania e pelo conflito. O campo das identidades é de confronto e questionamento, delutas por poder e significação. É notório haver um colapso das velhas certezas e uma crise nas posições de sujeito tradicionalmente instituídas e aceitas socialmente (ANDRADE, p.211, 2005).




Quando analisamos o perfil da escola e acentuamos a questão da participação, da gestão participativa no âmbito da escola pública, certamente que estamos nos referindo a uma relação entre os...
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