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Índice
1. Introdução 2
1. Justificativa 5
2. Objetivos 6
a. Objetivo Geral 6
b. Objetivo Especifico 6
3. Casuística (Material) e Metodologia 7
CRONOGRAMA 2011 8
REFERENCIAS 9



1. Introdução

A definição de força muscular pode ser dita como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular pode gerar em um padrão especifico de movimento realizadoem dada velocidade (FECK , KRAMER, 1999) .
Com o objetivo prático pode-se definir força como a capacidade de exercer tensão contra uma resistência e que depende,principalmente,de fatores mecânicos,fisiológicos e psicológicos (ramos,2000).
A queda do desempenho de força , endurece muscular , velocidade de movimento e potência são visíveis em pessoas idosas (SOARES J , ALABARSES , 2005).Para (MACALUSO e DE VITO 2004) , os estudos sobre o tema trazem evidências de que o músculo alcança sua força máxima entre a segunda e a terceira década de vida e mostra diminuição lenta ou imperceptível até cerca de 50 anos de idade , quando começa a declinar aproximadamente 12% a 15% por década , com perdas mais rápidas acima dos 65 anos de idade.
Apesar da dificuldade em mediradequadamente a massa muscular em seres humanos , estimativas usando a excreção urinaria de creatinina indicam perdas dramáticas de quase 50% entre os 20 e 90 anos. Da mesma forma , análises com potássio corporal relatam perdas em homens e mulheres de 3% a 6% por década (MATSUDO SM , 2000) .
O envelhecimento é um processo dinâmico e progressivo , no qual há alterações morfológicas funcionais ebioquímicas , que vão alterando progressivamente o organismo , tornando-o mais susceptível as agressões intrínsecas e extrínsecas que terminam por levar um individuo a morte (PAPALÉO , 2007) .
Outras causas da perda funcional da força incluem a deterioração das estruturas da placa motora , diminuída capacidade de excitação e contração e diminuída capacidade de recrutamento de fibras. Ambos ,tempo de contração e tempo de relaxamento são prolongados e a velocidade de contração máxima é também diminuída (SOARES J , ALABARSE S , 2005).
Foram propostas várias teorias para explicar o processo do envelhecimento , sendo a mais abrangente e mais amplamente aceita a teoria do envelhecimento pelos radicais livres. Essa teoria está associada nas inúmeras evidências cientificas de que osradicais livres estão praticamente em todas as doenças da idade (HOFFMAN , 2007). O envelhecimento difere de pessoa pra pessoa (WAGORN , et al. , 1993) , as alterações fisiológicas tornam o organismo mais vulnerável , ele deteriora com a idade em decorrência das alterações de diversas funções orgânicas (BRITTO , et al , 2005). Estas alterações ocorrem a nível celular de acordo com seu órgãopertencente , sendo definitivas e irreversíveis , ocorrendo uma redução e ocasionando uma diminuição do conteúdo intracelular , com perda do equilíbrio de sódio e potássio ( CAIRES , 2006) , com a diminuição de peso e volume de certas estruturas.
A perda da massa óssea cortical leva a alterações significativas na estrutura óssea devido ao aumento da porosidade do periósteo ao endósteo ,determinando forma semelhante a do osso trabecular (FILHO , NETTO , 2002) , os ossos tornam-se porosos pela diminuição de cálcio , podendo ter maior facilidade para fraturar , tendo a perda da mobilidade e elasticidade.
Há um declínio na independência do individuo com a diminuição da força muscular de membros inferiores , levando a um maior risco de quedas e á maior probabilidade de instabilidade ouimobilidade ( PAPALEO , 2007) .
A atividade física , corretamente orientada , tanto para idosos saudáveis quanto em cardiopatas , altera favoravelmente o metabolismo lipídico e dos carboidratos , induz o aumento dos níveis de lipoproteínas de alta densidade , tem efeito benéfico sobre a distribuição do tecido adiposo , melhora a sensibilidade insulínica. Nos idosos , os exercícios com...
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