Modelos alternativos e politica de drogas na europa

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  • Publicado : 23 de novembro de 2012
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Modelos alternativos e política de drogas na Europa

Ao se refletir sobre a implementação do sistema repressor e policial de “guerras as drogas”, baseada na interdição de determinadas substancias e no uso do direito penal que são características do proibicionismo extremo adotado por diversos países, percebe-se q este deixous de lado a proteção da saúde publica, ao priorizar a proibição dasdrogas
Já se observou q o controle penal das drogas vem sendo reforçada desde o inicio do século XX e ao mesmo tempo, o consumo e a produção das substancias ilícitas também vem numa crescente considerável assim como os danos á saúde publicas decorrentes do cada vez maior uso de drogas, sem o controle sanitário e prevenção adequados. Arealidade social e sanitária, ate a década de 80, foiignorada pelos defensores árduos do proibicionismo, principalmente nos EUA, onde as autoridades totalmente absorvidas pela repressão policial justificavam seus fracassos com o discurso da demonizaçao da droga e de seu poder de destruição, em conseqüência ao final dos anos 80 o consumo de drogas nos EUA atingiu um nível nunca imaginado.
Por outro Aldo os anos 80 ficaram marcados pela epidemia da AIDSque tomou proporções grandes engrossada pelos consumidores de drogas injeteveis. Diante dessa realidade, surgiram políticas preventivas, ou estratégias de redução de danos, no fim dos anos 80, por conta da epidemia da AIDS. Tais estratégias incluíam a informação sobre os grupos de risco; os meiosde contaminação da nova doença; as formas de prevenir o contagio, e ainda a distribuição de insumospreventivos, como preservativos, e seringas limpas para os usuários de drogas.
A estratégia de redução de dano mais conhecida foi justamente a troca de seringas estéreis que ajudam a minimizar os riscos de contaminação dos UDI’s de doenças infecto-contagiosas pelo compartilhamento de seringas. A redução de danos e originalmente uma estratégia de saúde publica com o objetivo de reduzir os danos asaúde em conseqüência de praticas de risco. Passou a ser aplicado um programa de distribuição de seringas a viciados, para alcançar aqueles que não querem ou não conseguem parar de injetear drogas e por isso compartilham seringas e se expõem a contaminação de HIV.
Segundo Reghelin, o modelo ou estratégia preventiva de redução de danos e uma tentativa de minimização das conseqüências adversasdo consumo de drogas, do ponto de vista da saúde e de seus aspectos sociais e econômicos sem, necessariamente, reduzir esse consumo. A estratégia de redução de danos tem como o objetivo previnir e tratar a dependência de drogas, sem exigir dos usuários a cessação do uso. Porem esse redução de danos constitui uma etapa secundaria. A etapa primaria, é a que antecede o inicio da experiência de uso dedrogas, busca evitar problemas decorrentes do primeiro contato com a droga por meios de informações e esclarecimentos, a prevenção secundaria é onde se situa a redução de danos, atua na sequencia, após já ter havido o contato inicial com a droga procurando impedir a progressão do uso , e a prevenção terciária tem pro meta impedir as piores conseqüências do uso já continuo, alem de promover areintegração social da pessoa.
As políticas de redução de danos tem tido cada vez maior aceitação em diferentes culturas, desde que os elaboradores de políticas publicas tenham em mente a urgente necessidade de salvar vidas e de proteger concretamente a saúde publica e individual.
Ao contrario do proibicionismo, cujo fundamento sanitário se baseia no ideal de abstinência, a estratégia deredução dos riscos se opõe a essa meta, ao preconizar a idéia de moderação, por meio do uso controlado de drogas e de sua substituição por condutas menos arriscadas. E pragmático, pois reconhece que as pessoas continuarão a fazer o uso de drogas, independente da proibição. Seu fundamento social e justamente a reinserção social do usuário de drogas e a melhoria de suas condições de vida. Oprograma de...
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