Modelagem conceitual de banco de dados

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brModelo: FERRAMENTA DE MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCO DE DADOS MONOGRAFIA Observação: As marcas aqui citadas são de propriedade de suas respectivas firmas. O nome brModelo é uma invenção livre (br: Brasil, Modelo: modelagem de dados), qualquer semelhança a qualquer marca comercial é mera coincidência.

SUMÁRIO

ÍNDICE DE FIGURAS RESUMO ABSTRACT 1. INTRODUÇÃO 1.1. Apresentação 1.1.1. AbordagemRelacional 1.1.2. Notação de Peter Chen 1.2. Problemática 1.3. Limitações do tema 1.4. Objetivo 1.5. Justificativa 1.6. Hipótese. 2. MODELAGEM DE DADOS 2.1. Nível de abstração do modelo 2.2. Modelo Conceitual. 2.3. Modelo lógico 2.4. Modelo físico 3. ABORDGEM RELACIONAL. 3.1. O Modelo entidade-relacionamento (MER) – P. P. Chen 3.2. Diagrama de entidade-relacionamento – DER 4. FERRAMENTAS DECONSTUÇÃO DE MODELOS/ESQUEMAS 4.1. A ferramenta CASE ideal 4.2. Análise das ferramentas disponíveis no mercado. 4.2.1. A análise 4.2.1.1. Oracle – OracleDesigner 4.2.1.2. Sybase – PowerDesigner 4.2.1.3. CA - ERwin 4.2.1.4. Freeware DBDesigner 4.2.1.5. PyDesigner – Python Database Designer 4.2.1.6. Microsoft Visio 4.2.2. Conclusão da análise: 5. A APLICAÇÃO brModelo 5.1. brModelo – Diferencial naconstrução do modelo conceitual. 5.2. brModelo – Conversão para o modelo lógico. 5.3. brModelo: Adicionais. 5.4. brModelo: Para o futuro 6. CONCLUSÃO 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7.1. 7.2. 7.3.

Livros Revistas Artigos e textos da internet

ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1. Modelo gerado no dbMain: software sugerido por Heuser. Fonte: www.dbmain.com Figura 2. Imagem editada para SQL Magazine.Fonte: Reinaldo V. Álvares Figura 3. Conceito de entidade e relacionamento - Peter Chen [9] Figura 4. Uma entidade: visão em um conjunto de registro Figura 5. Relacionamento 7. Figura 6. Notação original do Dr. Chen (1976)[10] – Sem atributos. Figura 7. Notação original do Dr. Chen (1976)[10] – Com atributos. Figura 8. brModelo – Notação de Heuser (2001)[3] – Sem atributos Figura 9. brModelo – Notaçãode Heuser (2001)[3] – Com atributos Figura 10. Foras de modelar – Universidade da Califórnia, Los Angeles, Califórnia 90024. Figura 11. Notação de Elmasri & Navathe Figura 12. Imagem feita provavelmente à mão Figura 13. Tela do PowerDesigner - Área de trabalho Figura 14. Tela do PowerDesigner – Configuração de especialização em um modelo conceitual Figura 15. Tela inicial do ERwin – Não há opçãode criação de modelo conceitual Figura 16. Tela do ERwin – Modelando a base de dados de uma biblioteca. Figura 17. Tela do ErWin – Edição de campos de uma tabela. Figura 18. Tela do ERwin – Relacionamentos: Definido a cardinalidade. Figura 19. Tela do ERwin – Gera esquemas de implementação para diversos bancos de dados. Figura 20. Tela do DBDesigner – Vários Bancos de dados. Figura 21. Tela doDBDesigner – Direto ao modelo lógico. Figura 22. Tela do DBDesigner – Trabalho sincronizado com banco de dados. Figura 23. Tela do DBDesigner – Export par a ERWin. Figura 24. Tela do DBDesigner – Modelo salvo em html/xml/xstl. Figura 25. Python Database Designer Figura 26. Tela inicial do MS-VISO Figura 27. Diagrama no VISIO – diagramas de modelo conceitual e lógico na mesma tela. Figura 28. Diagramano VISIO – Notas/Dicionário de dados. Figura 29. A esquerda implementação do modelo do Dr. Heuser no brModelo. À direita notação original. Figura 30. brModelo – Implementa os diagramas com sutis diferenças se comparada a notação original. Figura 31. brModelo – Implementa os diagramas com sutis diferenças se comparada a notação original. Figura 32. brModelo – Resultado da conversão. Figura 33.brModelo – Atribudos. Figura 34. brModelo – Dicionário de dados. Figura 35. brModelo – Dicionário de dados – Reunião dos dicionários em um documento único. Figura 36. brModelo – Interação com o usuário no processo de conversão.

Figura 37. Figura 38. Figura 39. Figura 40. Figura 41. RESUMO ABSTRACT

brModelo – processo de conversão (A). brModelo – processo de conversão (B1). brModelo –...
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