Micro e pequenas empresas

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Micro e Pequenas Empresas
Brasil
Pequenas e médias empresas brasileiras representam 20% do PIB, são responsáveis por 60% dos 94 milhões de empregos no País
MPEs são reconhecidas pela absorção de mão de obra, incluindo aquela com maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho
As pequenas e médias empresas (MPEs) são fundamentais para promover o crescimento econômico, criar empregos erenda e melhorar as condições de vida da população. Os indicadores desse segmento empresarial demonstram sua importância na economia, não só no Brasil, mas em todo o mundo.
A contribuição das MPEs é reconhecida principalmente na capilaridade que estes negócios propiciam e na absorção de mão de obra, inclusive aquela com maior dificuldade de inserção no mercado, como jovens em busca pelo primeiroemprego e as pessoas com mais de 40 anos. As pequenas empresas também são capazes de dinamizar a economia dos municípios e bairros das grandes metrópoles.
“Pequenas empresas são o sustentáculo de uma economia em qualquer lugar do mundo. São elas que agregam valor a produtos e serviços”, afirma o diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), incubadora de empresasda Universidade de São Paulo (USP), Sérgio Risola. Segundo dados mais recentes do IBGE, as MPEs representam 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, são responsáveis por 60% dos 94 milhões de empregos no país e constituem 99% dos 6 milhões de estabelecimentos formais existentes no país. A maior parte dos negócios estão localizados na região Sudeste (com quase 3 milhões de empresas) e o setorpreferencial é o comércio, seguido de serviços, indústria e construção civil.
Desde 2000, a participação das MPEs no total de empreendimentos produtivos brasileiros aumento bastante. Enquanto a taxa de crescimento anual foi de 4% para o total de empresas, independente do porte, para as pequenas empresas foi de 6,2%, e 3,8% para as micro, entre 2000 e 2008. Nesse mesmo período, as MPEs foramresponsáveis por aproximadamente metade dos postos e trabalho formais criados, ou seja, 4,5 milhões de empregos.
O faturamento das MPEs também cresceu consideravelmente nos últimos anos. No primeiro semestre de 2010, a receita real registrou aumento de 10,7% comparado ao mesmo período de 2009. Este indicador aponta que as pequenas empresas superam o ritmo de crescimento da economia brasileira. Essa éa maior taxa de crescimento de faturamento desde que o Sebrae iniciou a pesquisa, em 1998.
De acordo com a pesquisa, houve um crescimento de 71,9% de sobrevivência entre as empresas brasileiras criadas em 2005, para 73,1%, com relação às abertas em 2006, época em que teve início o regime tributário do Super Simples. No País, o melhores índices foram registrados nas regiões Sudeste (76,4%, Sul(71,7%) e Nordeste (69,1%). O Centro-Oeste apresentou a 4ª melhor taxa (68,3%), seguido pelo Norte (66%).
Em termos gerais, o índice de sobrevivência das micro e pequenas empresas no Brasil se aproximam ao do Canadá, com 74%. Entretanto, o desempenho brasileiro supera o de alguns Países europeus, como Espanha (69%), Itália (68%) e Holanda (50%).
Os índices da pesquisa foram calculados sobre a basede dados da Receita Federal. Os resultados positivos são reflexos do aumento da escolaridade da população e da boa fase da economia brasileira.
Goiás
O cenário econômico goiano apresenta quadro positivo com relação às micro e pequenas empresas. Segundo estudo do Sebrae, divulgado no 20/10/2011, 68% dos empreendimentos no Estado permanecem abertos depois de dois anos. O aumento do tempo de vidadas pequenas empresas em Goiás segue uma tendência nacional de crescimento: de cada 100 estabelecimentos abertos no Brasil, 73 continuam em atividade após o período que levam para consolidarem no mercado.
Conforme a sondagem, das empresas constituídas em 2006, a maior taxa de sobrevivência no Estado de Goiás foi registrada no segmento do Comércio, com índice de 69,4% do total. Em segundo lugar,...
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