Micologia

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Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí- Novafapi
Alunas:Larissa


































Esquemas Micológicos


















































TERESINA2012
Coleta de amostras clínicas para exame micológico






A coleta dos espécimes clínicos é a primeira etapa do diagnóstico laboratorial e deve ser feita corretamente, sob pena de inutilizar todo o procedimento laboratorial posterior, pois amostras coletadas inadequadamente podem redundar em resultados falsos. Então, apositividade e segurança de um exame direto dependem da obtenção de uma amostra apropriada.
O paciente deve suspender o uso de qualquer medicamento antifúngico oral por 20 (vinte) dias ou tópico por pelo menos 10 (dez) dias precedentes a coleta.
É de suma importância ressaltar que todos os espécimes clínicos encaminhados ao laboratório de micologia médica devem vir acompanhados de uma fichapadrão, contendo todos os dados clínicos e epidemiológicos do paciente. Essa ficha deve conter, no mínimo, as seguintes informações: identificação, origem, residência, tempo de evolução da doença, localização e aspectos clínicos da lesão, possível contato com animais, uso de drogas antifúngicas nos últimos 30 dias e suspeita clinica, quando informado pelo médico.
Material necessário
• bisturipequeno ou lâmina de bisturi;
• pinça de depilação;
• estiletes;
• tesouras;
• lâminas de microscopia;
• placas de Petri;
• frascos;
• tubos de ensaio com salina esterilizada;
• swabs;
• Fita adesiva – Scotch 3M.
PELE

No dia da coleta, o paciente pode e deve fazer a higiene corporal normal. Não é permitido o uso de cremes, loções, pomadas, ou outras substâncias gordurosas, pois alémde formarem artefatos dificultando a detecção de estruturas fúngicas, impede o isolamento dos fungos. 
Após assepsia local com álcool a 70%, as amostras de lesões de pele como escamas ou crostas, devem ser colhidas preferencialmente com uma lâmina de bisturi descartável ou com a borda da lâmina de vidro de microscopia, muito limpa; deve-se colher, raspando em vários pontos da lesão, procurando asbordas das lesões mais recentes onde o fungo se encontra em crescimento ativo. Não é necessário fazer raspagem profunda porque o fungo se encontra na camada mais superficial da pele chamada córnea, e uma amostra úmida, favorece o desenvolvimento de bactérias e fungos contaminantes. Nos casos em que não há escamas aparentes, procura-se raspar bem o local e apelar para a técnica da fita adesiva.Nas lesões cutâneas com vesículas (bolhas pequenas) e pústulas (bolhas pequenas inflamadas com pus) faz-se punção com seringa e agulha ou pressiona-se com o swab, dispondo a  amostra em tubo contendo salina. O teto das vesículas (pele que cobre as vesículas) deve ser retirado com pinça de depilação. 
Se o paciente tiver “frieira” (lesão úmida) entre os dedos das mãos ou pés, colher a amostra comswab acondicionando em tubo com salina. Se a lesão for seca, descamativa fazer duas lâminas com durex e tentar obter por raspagem, em placa as escamas, usando lâmina de microscopia ou bisturi.
Nas lesões inguinais, inguino-crurais ou axilares, como são regiões de dobras, geralmente encontram-se úmidas, fazendo-se necessária a assepsia com álcool a 70%. Deixar a região secar um pouco e tentarraspar a pele. Colher também em salina, e fazer duas lâminas com durex tentando obter pêlos (raros) presos na fita. Na lesão anal e perianal, além de colher a amostra na salina, fazer duas lâminas com durex.
COURO CABELUDO

As amostras de lesões no couro cabeludo devem ser obtidas através da raspagem do local. Raspam-se as escamas com bisturi cego ou lâmina de microscopia. A amostra deve...
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