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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE FOZ DO IGUAÇU
CURSO DE DIREITO
DISCIPLINA DE CIENCIA POLITICA






ESTADO E DIREITO

TEORIA MONISTA

TEORIA DUALISTA

TEORIA PARALELISMO

PARTIDOS POLÍTICOS

SISTEMA PARTIDÁRIO





ADRINA KARINA VISNIESCKI
MARCIO BARRETO




FOZ DO IGUAÇU – PR
NOVEMBRO - 2011

ADRIANA KARINA VISNIESCKI
MARCIO BARRETO







ESTADO EDIREITO

TEORIA MONISTA

TEORIA DUALISTA

TEORIA PARALELISMO

PARTIDOS POLÍTICOS

SISTEMA PARTIDÁRIO

















Trabalho apresentado à Profª. Silvete Maria Prolo Schafranski, da disciplina de Ciência Política do 2º período do curso de Direito, como requisito para obtenção de nota na disciplina.











FOZ DOIGUAÇU – PR
NOVEMBRO - 2011

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO… ...3

1 CONCEITO DE ESTADO....................................................................................4
1.1 Elementos Constitutivos do Estado. .5
1.2Acepção Jurídica 6

2 ESTADO E DIREITO 8

3 TEORIA MONISTA 9

4 TEORIA DUALISTA 10

5 TEORIA DO PARALELISMO 11

6 OS PARTIDOS POLITICOS 12

7 SISTEMA PARTIDÁRIO 137.1 Sistema Bipartidário 13
7.2 Sistema Multipartidário 14
7.3 Partido Único 16

CONCLUSÃO 17

REFERÊNCIAS 18

1.
INTRODUÇÃO


O ESTADO COMO ORDEM POLÍTICA DA SOCIEDADE É CONHECIDO DESDE A ANTIGUIDADE AOS NOSSOS DIAS. ENTRETANTO NEM SEMPRE TEVE ESSA DENOMINAÇÃO, NEM TAMPOUCO ENCOBRIU A MESMA REALIDADE.


A polis dos gregos ou a civitas e a réspublica dosromanos eram vozes que traduziam a idéia de Estado, principalmente pelo aspecto de personificação do vínculo comunitário, de aderência imediata à ordem política e de cidadania.
O Estado, portanto, caracteriza-se pela Soberania, através da força, se necessária, independente da vontade do cidadão em particular.
Estados a afirmação máxima da soberania é a independência absoluta,admitindo até que haja outro poder igual, nenhum, porém que lhe seja superior.

CONCEITO DE ESTADO



No século XIX um publicista do liberalismo chamado Claude Frédéric Bastiat.


Propôs-se a pagar um prêmio de cinqüenta mil francos a quem lhe proporcionasse uma definição satisfatória de Estado.


Deu continuidade aos pensamentos pessimistas e amargas de FriedrichHegel.


Quando o filósofo máximo do idealismo alemão confessou que entre a natureza e seus mistérios e a sociedade humana e seus problemas, não havia que hesitar quanto ao conhecimento mais fácil da natureza.
O mesmo pessimismo estava impressa nas palavras de Kelsen, quando adverte que as copiosas acepções emprestadas à expressão Estado embaraçam a precisão do termo, exposto aconverter-se num juízo de valor.


O Estado como ordem política da Sociedade é conhecido desde a antiguidade aos nossos dias. Entretanto nem sempre teve essa denominação, nem tampouco encobriu a mesma realidade.


A polis dos gregos ou a civitas e a réspublica dos romanos eram vozes que traduziam a idéia de Estado, principalmente pelo aspecto de personificação do vínculo comunitário, deaderência imediata à ordem política e de cidadania.


No Império Romano, durante o apogeu da expansão, e mais tarde entre os germânicos invasores, os vocábulos Imperium e Regnum, então de uso corrente, passaram a exprimir a idéia de Estado, nomeadamente como organização de domínio e poder.


Daí se chega à Idade Média, que, empregando o termo Laender (“Países”) traz na idéia deEstado sobretudo a reminiscência do território.


O emprego moderno do nome Estado remonta a Maquiavel, quando este inaugurou O Príncipe com a frase célebre: “Todos os Estados, todos os domínios que têm tido ou têm império sobre os homens são Estados, e são repúblicas ou principados”.


Apesar do uso que fez Bodin, depois, do termo República na mesma acepção, o que ficou com a...
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