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  • Publicado : 6 de outubro de 2011
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Capítulo 4
A existência ética
Com o passar dos dias, meses e anos, tomamos conhecimento de manifestos contra violência em crianças, idosos, contra fome e desemprego nacional e internacionalmente. Muitos casos de morte por negligência de nossos representantes mundiais. Sentimos piedade. O nosso sentimento de justiça vêem a tona (principalmente quando vemos muitos esbanjando suas riquezas emuitos na miséria). Sentimos culpados. Nossos sentimentos e nossas ações exprimem nosso senso moral.
Muitas vezes, levados por algum impulso incontrolável ou por alguma emoção forte, algum sentimento de vergonha remorso. Que nos deixa com vontade de voltar ao passado e reparar oerro. Esses acontecimentos também exprimem nosso senso moral.
Quando assistimos um noticiário na televisão onde transmite atos inescrupulosos de violência: estupros, linchamentos, preconceito, assassinatos tenebrosos, torturas e suplícios. Ficamos totalmente indignados quando um inocente é acusado e culpado, enquanto o verossímilculpado permanece impune. Todos esses sentimentos manifestam nosso senso moral.
Presenciamos situações constantes, ou sabemos que outras pessoas viveram, como situações de extrema aflição e angústia. Por exemplo, um pai de família desempregado, com vários filhos pequenos e a esposa doente, recebe uma oferta de emprego, mas que exige que seja irregular e desonesto favorecendo assim seu chefe. Porémtêm consciência de que o emprego ajudará no sustento dos filhos e no tratamento da esposa. Pode aceitar o emprego, mesmo sabendo o que será exigido dele? Ou deve recusá-lo e ver os filhos com fome e a mulher morrendo? Uma pessoa muito amável, está acometida por uma doença terminal, apenas o seu coração batendo e seu corpo está ligado por máquinas que a preservam. Suas dores são insuportáveis.Não seria melhor acabar com seu sofrimento? Não seria aconselhável deixá-la morrer? Ou na temos o direito de fazê-lo? Que fazer? Qual a atitude correta?
Um jovem presencia um furto. Vê uma mulher maltrapilha e faminta furtar doces e pães numa padaria. Sabe que o proprietário do estabelecimento está enfrentando muitas dificuldades eque o furto irá piorar sua lastimável situação. Mas também percebe a miséria e a necessidade da mulher. Deve denunciá-la, porquanto o furto não seria a melhor solução para a mulher aprender na vida? Ou deve silenciar, pois a mulher corre o risco de receber punição excessiva? O que fazer?Situações como essas surgem constantemente em nosso dia-a-dia. Nossas incertezas quanto á decisão a tomar não manifestam apenas nosso senso moral, mas também coloca em teste nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos para nós mesmos e para todos as razões de nossas atitudes e que assumamos todas as conseqüências delas.Pois somos responsáveis por nossas escolhas.
O senso e a consciência moral dizem respeito a valores, decisões sentimentos e ações referidas ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito ás relações que mantemos com os outros, no entanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.
Juízo de fato e de valor
Juízos de fato são os que afirmam o que as coisassão, como são por que são. Em nosso cotidiano, mas também na metafísica e nas ciências, os juízos de fato estão presentes. Já os juízos de valor proferidos nas artes, na moral na política e na religião.
Juízos de valor avaliam as coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos, sentimentos, estado de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis e indesejáveis.
Os juízos...
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