Metodologia

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RELAÇÕES DE TRABALHO-A CONTRIBUIÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO
























NEIDE APARECIDA DOS SANTOS
CATIA NERES DOS SANTOS









RELAÇÕES DE TRABALHO-A CONTRIBUIÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO





















Trabalho apresentado à disciplina
Metodologia Científica daFaculdade-Femar







RELAÇÕES DE TRABALHO-A CONTRIBUIÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO

RESUMO

O conceito de trabalho evoluiu ao longo do tempo e juntamente surgiu à necessidade de criar novos modelos de gestão, onde as relações do trabalho são indispensáveis para o sucesso organizacional. Essa transição se inicia com a transição do Fordismo para o Pós-Fordismo. No Pós-Fordismo acontraposição ao paradigma fordista de rigidez e “engessamento” da produção e da relação entre empregador e empregado gerou a deteriorização pela “flexibilidade”, e adotou aspectos rejeitados pelo Taylorismo, os trabalhos manuais e intelectuais ao mesmo tempo. O Pós-Fordismo, começa com o surgimento de um regime chamado Toyotismo, que se baseia em atender o nível da demanda alcançando projeção global.Entretanto, no Volvismo, adota-se alto grau de informação e automação buscando a valorização do empregado multifuncional. O enriquecimento de tarefas ou cargos vai dar condição ao empregado de crescimento individual. E a Administração Participativa valoriza a capacidade de tomar decisões e resolver problemas.

Palavras-chave: Trabalho; Flexibilidade; Qualificação



1. Introdução

Ao longoda história, o trabalho foi tratado de forma diferente pelos povos e nações. O
endeusamento dos valores do trabalho que vemos hoje é uma concepção recente, fruto do pensamento moderno. Nas sociedades primitivas, a relação dos homens com a produção de bens materiais era completamente diferente do que temos hoje. O trabalho primitivo era diversificado, descontínuo, cessando no momento em que nãoera mais exigido, uma vez que não havia a necessidade de uma superprodução estimulada pelo consumo irrefreável e nem a comercialização dos excedentes de produção. Os povos tribais trabalham menos e em melhores condições do que nós, mesmo sem todo o aparato tecnológico que desenvolvemos.
A partir da década de 1970 o Fordismo entrava em declínio. A General Motors (montadora de automóveisnorte-americana) flexibilizou a sua produção e o seu modelo de gestão. Lançou diversos modelos de veículos, de várias cores e adotou um sistema de gestão profissionalizado, baseado em colegiados. Com isto a GM ultrapassou a Ford Company, como a maior montadora do mundo. Após a crise do petróleo e a entrada de competidores japoneses no mercado automobilístico, o Fordismo e a “produção em massa” entraram emcrise e começaram gradativamente a serem substituídos pela “produção enxuta”, modelo de produção baseado no Sistema Toyota de Produção(conhecido como Toyotismo).
A recessão mundial em 1973 e a crescente insatisfação do operariado provocaram mudanças significativas no modo como a acumulação de capital se processaria, ou seja, tais mudanças levaram o Fordismo aos seus limites finais, pelo menos nosprincipais setores produtivos. A partir de então, iniciou-se a busca por novas soluções que dessem continuidade ao regime de acumulação de capital. Com isso, surgiram novas relações sociais na empresa regidas por estratégias produtivas divergentes do regime fordista, conhecidas como processo de produção flexível.
Os Novos Modelos de Organização do Trabalho romperam basicamente com os princípios etécnicas tayloristas-fordistas, procurando novos caminhos para agregar a nova massa trabalhadora, pessoas que tinham novos valores. Entre esses novos modelos podem ser destacados principalmente o Toyotismo e o Volvismo, mas também propostas de enriquecimento de cargos, de grupos semi-autônomos de trabalho e a Administração Participativa ganharam espaço no cenário mundial, até meados da década de...
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