Metabolismo carboidratos

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TRABALHO
DE
BIOQUIMICA




NOME: Aline Dominique Cardoso




METABOLISMO DOS CARBOIDRATOS[->0]

Após a absorção dos carboidratos nos intestinos, a veia porta hepática fornece ao fígado uma quantidade enorme de glicose que vai ser liberada para o sangue e suprir as necessidades energéticas de todasas células do organismo.

As concentrações normais de glicose plasmática (glicemia) situam-se em torno de 70 – 110 mg/dl, sendo que situações de hipergicemia tornam o sangue concentrado alterando os mecanismos de troca da água do LIC com o LEC, além de ter efeitos degenerativos no SNC. Sendo assim, um sistema hormonal apurado entra em ação para evitar que o aporte sangüíneo de glicose exceda oslimites de normalidade.
O processo de Glicólise com O₂, é um processo aeróbico/Catabólico, seu produto final é o Piruvato que ativa o ciclo de Krebs e a cadeia respiratória para a produção de mais energia, essencial ao organismo. Na matriz mitocondrial o Piruvato está dividido com 03 átomos de carbono cada e passa por um processo de descarboxilase, perdendo 1 CO₂ formando 1 NADH e se transformandoem Acetil-CoA, acessa o ciclo de Krebs com 02 carbonos e ganha mais quatro já no interior do ciclo, juntamente com outras moléculas há quebras e ganhos destas moléculas formando mais energias como: NADH, FADH₂, GTP. – Todo o esquema da soma dos carbonos é duplicado, devido ao acesso em cascata dos Piruvatos no ciclo de Krebs, gerados por uma molécula de glicose, por isso chegaremos ao número totalde 12 Carbonos, até o produto final que é Oxigênio e a água que ficará armazenada nas células.O processo de Glicólise sem O₂, é um processo anaeróbico/anabólico, não ativa o ciclo de Krebs e nem a cadeia respiratória, e seu produto final é o Lactato, quanto mais esforço físico mais formação de Lactato, responsável por fadiga e dor muscular, depois ele é conduzido pela corrente sanguínea, passandopelo fígado onde é transformado em glicose, processo denominado: Gliconeogênese.

Os hormônios pancreáticos insulina e glucagon possuem ação regulatória sobre a glicemia plasmática. Não são os únicos envolvidos no metabolismo dos carboidratos (os hormônios sexuais, epinefrina, glicocorticóides, tireoidianos, GH e outros também têm influenciam a glicemia), porém, sem dúvida, são os maisimportantes.
A insulina é produzida nas células b das ilhotas de Langerhans e é armazenada em vesículas do Aparelho e Golgi em uma forma inativa (pró-insulina). Nessas células existem receptores celulares que detectam níveis de glicose plasmáticas (hiperglicemia) após uma alimentação rica em carboidratos. Há a ativação da insulina com a retirada do peptídeo C de ligação, com a liberação da insulina nacirculação sangüínea. Como efeito imediato, a insulina possui três efeitos principais:
Estimula a captação de glicose pelas células (com exceção dos neurônios e hepatócitos);
Estimula o armazenamento de glicogênio hepático e muscular (glicogênese); e
Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e ácidos graxos (adipócitos).
Como resultado dessas ações, há a queda gradual da glicemia(hipoglicemia) que estimula as células a-pancreáticas a liberar o glucagon. Este hormônio possui ação antagônica à insulina, com três efeitos básicos:
Estimula a mobilização dos depósitos de aminoácidos e ácidos graxos;
Estimula a glicogenólise
Estimula a neoglicogênse.
Esses efeitos hiperglicemiantes possibilitam nova ação insulínica, o que deixa a glicemia de um indivíduo normal em torno dos níveisnormais de 70 – 110 mg/dl .
A captação de glicose pela célula se dá pelo encaixe da insulina com o receptor celular para insulina. Esse complexo sofre endocitose, permitindo a entrada de glicose, eletrólitos e água para a célula; a glicose é metabolizada (através da glicólise e Ciclo de Krebs), a insulina degradada por enzimas intracelulares e o receptor é regenerado, reiniciando o processo....
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