Mercados financeiros

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Mercado Financeiro - Próxima Avaliação em 05/12/2011
1.6 Produto Interno e Produto Nacional

1.6.1 Produto Interno

• Bens e serviços realizados num país num determinado tempo;

• Consideram-se bens e serviços finais produzidos pelas empresas no ambiente interno do país. (bens inacabados não são contemplados);

• Produto Interno Bruto – PIB: É quando não se desconta adepreciação dos bens, motivada pelo desgastes dos bens fixos;

Formas de Apuração do Produto Interno:

a) Preços de Mercado (PIPM): É a quantidade produzida multiplicada pelos respectivos preços de mercado;

b) Preços ou Custos de Fatores (PICF): É obtido pela soma do custo total de produção e o lucro empresarial.

PICF = PIPM – Impostos diretos

* Crescimento do Produto Interno:denota melhoria da capacidade produtiva da economia, sinalizando um nível de vida mais elevado da população.

1.7 Política Fiscal

* Tem foco nos gastos do setor público e nos impostos cobrados da sociedade. “arrecadação de tributos”

* Eficácia: Quando existe um equilíbrio entre gastos públicos e arrecadação.

* Aumento da Carga Tributária: Leva o consumidor a reduzir seus níveis depoupança. Espera-se uma redução no consumo.

* Elevação da carga tributaria das empresas.

• Redução dos resultados: torna o capital investido menos atraente.

• Menor capacidade de investimento:

• Menor fluxo de caixa. (suscetibilidade ao endividamento, como forma de investir)

Conclusão: alterações na política fiscal promovem modificações na demanda da economia paraconsumo e investimento.

*Redução da carga tributária e um aumento das despesas do governo: aumento do déficit, aumento das emissões de moedas, aumento na emissão de título da dívida pública.

Conseqüências:

Custo econômico: endividamento da economia;

Custo social: aumento da taxa de desemprego.

1.8 Política fiscal

* Baseia-se na administração das taxas de câmbio, promovendo o controledas transações internacionais executadas por um país.

Queda do R$ em relação ao US$ : estímulo a exportação, aumento no custo da importação.

Queda do US$ em relação as R$ : estímulo a importação, desestimula a exportação.

1.8.1 Controle Cambial

* O governo oferta moeda estrangeira o mercado “dólar”. O governo vende moeda estrangeira com o objetivo de baixar a sua cotação, seja paraestimular o consumo interno, seja para promover o desenvolvimento tecnológico de suas indústrias.

* O governo pode comprar moeda estrangeira, valorizando-a com intuito de estimular as exportações.

1.8.2 Taxa de cambio fixa ( Plano Real) 1R$ = 1US$

* Tem um valor atrelado a um referencial fixo.

* Vantagens: permitem maior nível de certeza ao comércio internacional, por revelarempreviamente, o valor futuro da moeda. ““ credibilidade, “estabilidade” “ vantagem a curto prazo”

* Risco para o Governo: a manutenção desse padrão obriga os governos, em momentos de desequilíbrio a gastarem elevadas somas de sua reserva cambial para manter o câmbio. “médio e longo prazo”

1.8.3 Câmbio Flutuante

* Menos disciplinador que o cambio fixo.

* Maior liberdade na execução depolíticas monetárias.

* Equilíbrio: É processado pela interação entre a oferta e a demanda das divisas “lei da oferta e da procura”.

* Desvalorização da Moeda Nacional: encarece ainda mais os empréstimos feitos no exterior, dificultando o pagamento da dívida.

* Brasil: Adoção do regime de bandas “fixação de um valor mínimo e máximo”

* Intervenção do BACEN: atualmente existe uma bandarelaxada, controlada pela mão invisível do mercado.

1.8.4 Currency Board: conselho de moeda que jamais funcionaria no Brasil (alta disciplina fiscal)

* Conselho da Moeda: Banco Central do país.

* Efetua câmbio de moeda nacional por moeda forte (âncora) a uma cotação fixa

* Autoridade monetária: funciona como “caixa de conversão”

* Condição básica

• A autoridade monetária detém...
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