Memorial do convento

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José Saramago
Memorial do
Convento
Capitulo IX

Trabalho Realizado por:
Rui Almeida nº18 12º5

Professora Teresa Ribeiro
Indice

1-Introdução………………………………………………………………………………………2
2- Síntese doCapítulo……………………………………………………………..…………3
3- Planos da Narrativa……………………………………………….………………………4
4- Ligação com os capítulos anteriores…………..………………………………….5
5- Categorias da narrativa………………………….……………………………………..5
5.1-Ação………………………………………..………………………………………………....5
5.2- Personagens…………………………………………………………………………….…6
5.3- Tempo……………..…………………………………………………………………….…..8
5.4-Espaço…..…………………………………………………………………………….……...9
5.5- Narrador……………………………………………..……………………………….....…10
6-Linguagem e Estilo…………………………………………………………………….…..11
7- Simbologia……………………………………………………………………………………..12
8- Aspetos mais relevantes do capítulo…………………….…………………...…13
9- Marca do aluno………………………………………….……………………………......14
10-Conclusão …………………………………………………………………………………....15
11- Bibliografia…………………………………………………………………………………....16

Introdução
Neste trabalho vou falar sobre o capítulo IX, do livro “Memorialdo Convento”, de José Saramago. Procuro explorar e tratar os seguintes aspetos: Uma breve síntese do capítulo, os planos da narrativa, a ligação com os capítulos anteriores, categorias da narrativa (ação, personagens, tempo, espaço e narrador), a intencionalidade do narrador, aspetos mais relevantes e por fim a marca pessoal do aluno.

Síntese do capitulo

Baltasar e Blimunda mudam-se para aquinta do Duque de Aveiro, em S. Sebastião da Pedreira, para trabalhar na construção da máquina de voar do Padre BartolomeuLourenço. Apesar de não ter a mão esquerda, Baltasar tem a ajuda de Blimunda, umamulher vidente. Continuação da construção da passarola pelo Padre e pelo casal. Blimunda ajuda na cosntrução, que utilizando o seu dom, vai descobrindo as fraquezas da obra para posteriormenteserem reparadas.
O padre Bartolomeu atribui a Blimunda o nome de Sete Luas, por ver às escuras, e o nome de Sete Sóis a Baltasar por ver às claras.
Descoberta dos inúmeros casos das freiras, alguns destes com o próprio rei, e posterior manifestação contra a ordem imposta por D.João V afirmando que estas apenas podem falar no Convento com Familiares.
o Rei cede mais uma vez aos seus caprichos eage de acordo com a sua personalidade, acaba por proteger o Padre Bartolomeu Lourenço da Inquisição. Este decide partir para a Holanda, terra de muitos sábios sobre alquimia e éter, elemento que faz com queos corpos se libertem do peso da terra.
O soldado e a vidente com a partida do padre para a holanda, decidem regressar a Lisboa, e em vez de irem assistir ao auto-de-fé, vão às touradas noTerreiro do Paço, pois estas ainda não existiam em Mafra.
As touradas são comparadas aos auto-de-fé, pois ambas remetem para a alegria e euforia exprimentadas pelo rei e pelo povo.
E na manhã seguinte Blimunda e Baltazar partem para mafra na manhã seguinte.

Planos da Narrativa

Baltazar é a personagem comum aos três planos: o 1º plano narrativo, como participante da contrução do convento; 2ºplano narrativo, é a relação de Baltazar com Blimunda; 3º plano da narrativa, é a contrução e voo da passarola, em que Blimunda é a personagem crescentemente importante deste plano da narrativa.
Etapas e episodios exemplares do plano da narrativa da construção e voo da Passarola: Baltazar e Blimunda trabalharam na passarola; o padre Bartolomeu parte para a Holanda; Visões de Blimunda no interiorda passarola; explicações sobre o éter. Etapas e episodios exemplares do plano da narrativa da relação entre Baltasar e Blimunda: S.Sebastião da Pedreira (a nova casa); quotidiano a dois; Blimunda passa a chamar-se Sete-Luas; Parida para Mafra; Blimunda conhece a família de Baltasar.

Ligação com os capítulos...
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