Meios de pagamento

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Meios de Pagamento







Lucas Rafael

Tiago Reis











Sete Lagoas

Abril-2012



Lucas Rafael
Tiago Reis







Meios de Pagamento








Trabalho apresentado ao professor Armando Jorge de Jesus da disciplina Mercado Financeiro e Capitais do 5° período do curso de AdministraçãoFaculdade Promove de Sete Lagoas
2012




Sumário



1-INTRODUÇÃO p.3

2-MEIOS DE PAGAMENTO p.4

3-ALTERAÇÕES CONCEITUAIS p.4

4-CONCEITOS ANTERIORES p.4

5-CONCEITOSATUAIS p.5

6-SISTEMAS EMISSORES p.5

7-ALTERAÇÕES OPERACIONAIS p.6

8-CONCLUSÃO p.9

9-REFERÊNCIASp.10








1- Introdução

.
































2- Meios de Pagamento

Os meios de pagamento ampliados são indicadores antecedentes de pressões de demanda sobre o setor real melhores que os meios de pagamento restritos, dado que, atualmente, as facilidades de realocação de portfólio permitem que o M1 esteja sempre nonível necessário para transações e responda passivamente a elevações no nível de preços. Ressalte-se, contudo, que mesmo em modelos de política monetária que privilegiam o controle de taxas de juros, os agregados monetários continuam sendo instrumentos importantes para o acompanhamento dos efeitos daquela política, tanto como indicadores de liquidez quanto como indicadores de captações internas derecursos, por parte do sistema emissor, para multiplicação de crédito no país.
A reduzida correlação entre moeda legal e renda nominal, observada em sistemas financeiros desenvolvidos, pode ser atribuída ao progresso tecnológico aplicado às operações financeiras, que tem conferido crescente liquidez aos passivos em geral emitidos pelas instituições financeiras. No Brasil são claramenteidentificáveis momentos onde o crescimento do agregado restrito não esteve relacionado com acréscimos de renda ou alterações significativas no nível geral de preços. No processo de estabilização econômica decorrente da implantação do Plano Real, os agregados restritos apresentaram crescimento relevante em termos nominais, mais acentuadamente nos primeiros anos - nos meses de 1996, por exemplo, observaram-sevariações em 12 meses entre 14% e 39% - refletindo processo de remonetização da economia. Em outro momento, a introdução da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), em janeiro de 1997, provocou elevação brusca do nível do M1, que chegou a apresentar, naquele ano, variações de 61,2% em 12 meses.

3- Alterações Conceituais

Os novos conceitos de meios de pagamento ampliadosrepresentam mudança de critério de ordenamento de seus componentes, que deixaram de seguir o grau de liquidez, passando a definir os agregados por seus sistemas emissores. Nesse sentido, o M1 é gerado pelas instituições emissoras de haveres estritamente monetários, o M2 corresponde ao M1 e às demais emissões de alta liquidez realizadas primariamente no mercado interno por instituiçõesdepositárias - as que realizam multiplicação de crédito. O M3, por sua vez, é composto pelo M2 e captações internas por intermédio dos fundos de renda fixa e das carteiras de títulos registrados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). O M4 engloba o M3 e os títulos públicos de alta liquidez.
Para tanto, assume-se que, entre os haveres integrantes do agregado monetário, as diferenças de...
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