Marx, weber e durkhein

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Karl Marx em sua teoria faz uma analise da sociedade capitalista. E usa em suas
formulac~oes o metodo dialetico que cuida de apontar as contradic~oes constitutivas da vida
social que resultam na negac~ao de uma determinada ordem. Segundo a proposta Marxista
o fen^omeno social deveria ser submetido a crtica para que as suas potencialidades possam
ser revelados e assim atualizados numaforma mais evoluda.
E por que aplicar o materialismo historico? Porque analisa a sociedade do ponto de
vista material, ou seja, as relac~oes que os homens estabelecem, o modo como produzem
os seus meios de vida, formam a base de todas as suas relac~oes. Segundo a perspectiva
materialista todas as formas econ^omicas sob as quais os homens produzem, consomem e
trocam, s~ao transitorios ehistoricos; sendo o primeiro fato historico a produc~ao da vida
material.
Em se tratando de produc~ao e reproduc~ao Karl Marx difere a condic~ao humana dos
outros animais: Os homens interagem com a natureza de modo consciente ja os animais
de forma imediata, n~ao cumulativa. E na busca de controlar as condic~oes naturais, os
homens criam novos objetos que s~ao passados de gerac~aoonde o trabalho e a principal
atividade humana, porque e atraves dele que o homem n~ao so domina a natureza, como
tambem cresce como indivduo.
Na re
ex~ao da concepc~ao da sociedade notamos em Marx que a mesma e o produto
da ac~ao recproca dos homens. Sendo certa uma conex~ao na historia dos homens porque
cada gerac~ao posterior encontra forcas produtivas adquiridas pelagerac~ao precedente que
lhes serve de materia-prima para a nova produc~ao. Tudo isso que foi dito ca relacionado
as forcas produtivas e relac~oes sociais de trabalho. Entretanto n~ao bastaria pois o pensa-
mento Marxista e mais amplo quando conceitua forcas produtivas a rmando serem elas
um conjunto dos instrumentos e habilidades que possibilitam o controle das condic~oes
naturais sendo oseu desenvolvimento cumulativo. Mas n~ao ultrapassaria os limites Mar-
xistas que conforme o autor a divis~ao do trabalho que conforme o autor a divis~ao do
trabalho no sistema capitalista gera alienac~ao.
Em Marx infra-estrutura e a forca produtiva e a relac~ao social de produc~ao; e supe-
restrutura s~ao as ideologias polticas as concepc~oes religiosas, codigos morais e esteticos,que n~ao tem forma material. A superestrutura existe para legitimar a infra-estrutura. E
possvel ler em Marx que o surgimento das classes sociais se da atraves do excedente de
produc~ao e o surgimento da propriedade privada dos meios de produc~ao. Segundo ele esta
forma de propriedade acentua a explorac~ao da classe proletaria.
Na leitura marxista, entende-se que as lutas de classess~ao o motor da historia ja que as
principais transformac~oes estruturais s~ao impulsionadas por meio das lutas de classes. E a
1Alunos do 1
o perodo de Ci^encias Sociais3
classe exploradora constitui-se no mais potente agente de mudanca. Podendo acrescentar
ainda que a luta de classes conduz a ditadura do proletariado e que esta ditadura n~ao e
mais que a transic~ao para aabolic~ao de todas as classes para uma sociedade sem classes.
A ideia central de Marx em O Capital, e a sociedade capitalista, suas caractersticas
aspectos e organizac~ao. Tendo esta sociedade como base de analise, pode-se compreender
outras formas socio-econ^omicas. A express~ao elementar da riqueza desta sociedade e
a mercadoria, ou seja os produtos e a propria forca de trabalho, sendocomposta, por
dois: valor de uso e valor de troca. Ela satisfaz asa necessidades humanas, se efetiva no
consumo enquanto que aquilo que n~ao e consumido n~ao e mercadoria. Para calcular o
valor de troca de uma mercadoria mede-se a quantidade da subst^ancia, ou seja o tempo de
trabalho socialmente necessario. O valor das mercadorias varia de acordo com os lugares
e as epocas por isso as...
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