Marshall Mc Luhan

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  • Publicado : 29 de setembro de 2014
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1 INTRODUÇÃO
O trabalho que será desenvolvido, gira em torno de Marshall Mc Luhan e a expressão que criou: “O meio é a mensagem”, escrito em seu livro “Os meios de comunicação como extensões do homem”, com o objetivo final de relacionar sua famosa expressão ao filme “12 anos de Escravidão”, dirigido por Steve McQueen.
Serão utilizados como fontes de pesquisa livros, artigos, conteúdo citado emaula e sites.
O trabalho será dividido em quatro partes:
1. Biografia de Marshall Mc Luhan
2. Análise da expressão “O Meio é a Mensagem”
3. Relação da Expressão com o filme “12 Anos de Escravidão”















2 BIOGRAFIA DE MARSHALL MC LUHAN

Imagem: http://www.nextnature.net/2009/12/the-playboy-interview-marshall-mcluhan/
Herbert Marshall Mc Luhan, nasceu em 21 de Julhode 1911 em Edmonton.
Aos 23 anos formou-se em Literatura Inglesa Moderna na Universidade de Manitoba, no Canadá. Em 1942, obteve os títulos de mestre e doutor em Filosofia pela Universidade de Cambridge.
Marshall, considerado um pensador contemporâneo, foi também professor de literatura inglesa no Canadá e de diversas universidades dos Estados Unidos. Hoje é tido como autoridade mundial emcomunicação de massas.
Dentre seus livros que tiveram grande influência, destacam-se “A galáxia de Gutenberg” de 1962, e “Os meios de comunicação como extensões do homem” de 1974.
Faleceu em 31 de Dezembro de 1980, enquanto dormia, em Toronto.


3 ANÁLISE “O MEIO É A MENSAGEM”
Marshall estabeleceu como objeto de estudo o “meio” e para impactar, utilizou a frase “o meio é a mensagem”, para queconhecessemos a intensidade e o entorpecimento que os meios tem em proporcionar sentidos, opiniões, tecnologia, cultura, etc. Assim, a mensagem desencadeia diversas tonalidades, ganhando contornos e criando diferentes significados.
Quando McLuhan afirmou em 1964, a frase “o meio é a mensagem” a palavra “meio” não existia em seu significado atual como um canal de comunicação, e assim ele defendeque, os donos dos meios sempre se empenham em dar ao público, o que o público deseja, porque percebem que a força está no meio, e não na mensagem.
Durante séculos, a indústria cultural preocupou-se com o conteúdo das mensagens produzidas, criando uma excessiva preocupação com conteúdos veiculados pelos meios, mas Marshall observa que, a preocupação deveria girar em torno do meio.
Segundo OlgaPombo1 “O meio tende a ser definido como transparente, inócuo, incapaz de determinar positivamente os conteúdos comunicativos que veícula. A sua única incidência no processo comunicativo seria negativa, causa possível de ruído ou obstrução na veiculação da mensagem.”
Marshall tenta, com sua frase “o meio é a mensagem”, mudar esse pensamento, mostrar que o meio é um elemento fundamental da comunicação.Compreende-se que, para McLuhan, uma mensagem transmitida por meios diferentes, seja escrito, falado, por rádio, televisão, cinema, terão impactos diferentes, com formatos e estruturas diferenciadas, e por fim, adquirir diferentes significados.
Isso é afirmado em seu livro, quando o autor afirma: “Porque é o meio que configura e controla a proporção e a forma das associações humanas”2, ou seja,a mensagem quando dita no meio correto, tem um poder muito grande sobre a interpretação dos receptores.
O meio é a mensagem, se une à sua noção de “aldeia global”, onde ambos caracterizam uma combinação perfeita com as novas tecnologias que surgem na era da informação. Ou seja, se a mensagem for transmitida no meio correto, inúmeras pessoas serão tocadas de uma só vez, e controladas de acordocom o objetivo do emissor, se a mensagem obtiver sucesso na transmissão.
Além disso, Marshall afirma que “O conteúdo de qualquer meio ou veículo é sempre um outro meio ou veículo”, e explica: o conteúdo da escrita é a fala, assim como a palavra escrita é o conteúdo da imprensa e a palavra impressa é o conteúdo do telégrafo. Se alguém perguntar, “Qual é o conteúdo da fala?”, necessário se torna...
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