Marketing politico monografia

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CENTRO UNIVERSITÁRIO VILAVELHA
DIRETORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO









BRUNO MARTINS RIBEIRO BASTOS
LUCIANA SILVA FERNANDES
MAXIMILIANO PIMENTA







MARKETING POLÍTICO:
UMA EXPERIÊNCIA EM CAMPANHA ELEITORAL PARA
PREFEITO DE CASTELO NAS ELEIÇÕES DE 2000


















VILA VELHA – ES
2001







BRUNO MARTINS RIBEIRO BASTOS
LUCIANA SILVAFERNANDES
MAXIMILIANO PIMENTA







MARKETING POLÍTICO:
UMA EXPERIÊNCIA EM CAMPANHA ELEITORAL PARA
PREFEITO DE CASTELO NAS ELEIÇÕES DE 2000











Monografia apresentada à Diretoria de Pós-Graduação do Centro Superior Vila Velha, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em MBA – Marketing Empresarial.Orientadora: Profª. Ângela Maria Monjardim.











VILA VELHA – ES
2001
SUMÁRIO







1 INTRODUÇÃO (Apresentação) ....................................................................................... 3

1.1 ESTE PAÍS DO CARNAVAL ELEITORAL – O BRASIL ......................................3
1.2 O MUNDO DEPOIS DA PROPAGANDA POLÍTICA – O PODER......................3


2 REVISÃO DE LITERATURA ....................................................................................... 8



3 JUSTIFICATIVA ........................................................................................................... 16



4METODOLOGIA............................................................................................................19




5 REFERÊNCIAS ..............................................................................................................26

ANEXOS ........................................................................................................................... 27

1 INTRODUÇÃO


1.1 ESTE PAÍS DO CARNAVAL ELEITORAL - O BRASIL


O Brasil, sem sombra de dúvida,recuperou o tempo perdido após ficar mergulhado, até bem pouco tempo, num regime em que a característica mais marcante foi a ausência de eleições diretas e democráticas. Em apenas 18 anos foram nove eleições, incluindo o plebiscito de 1993. Embora tenha havido uma atividade eleitoral saudavelmente alucinante, e o resultado foi um amontoado de regras eleitorais elaboradas para atender aos interesses dospoderosos de plantão, diferentes a cada eleição. O uso gratuito dos meios de comunicação – a mídia – como o rádio e a televisão, os generosos espaços dos partidos, não levando em conta suas representatividades, fez do Brasil o país do carnaval eleitoral. Basta cumprir algumas providências nos cartórios de registros e se ter um partido, cujo maior patrimônio é o espaço a que se tem direito nohorário eleitoral, pra começar o samba do crioulo doido na nova versão “maluco por eleitor”.




1.2 O MUNDO DEPOIS DA PROPAGANDA POLÍTICA – O PODER


Segundo Sant’Anna (1995) o termo propaganda foi destacado das velhas fórmulas do latim pontificial empregado pela igreja católica no tempo da Contra-Reforma (de propaganda fide); é mais ou menos reservada ao vocabulário eclesiástico (Colégioda Propaganda) até o irromper na língua comum, no curso do século XX. A palavra que é definida como a propagação de princípios e teorias foi introduzida pelo Papa Clemente VII em 1957, quando fundou a a Congregação da Propaganda, com o fito de propagar a fé católica pelo mundo. Propaganda deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia, ou seja, enterrar o rebento de umaplanta no solo. Propagare, por sua vez, deriva de pangere, que quer dizer: enterrar, mergulhar, plantar. Seria então a propagação de doutrinas religiosas ou princípios políticos de algum partido.


Sant’Anna nos diz que a propaganda política, tal e qual a examinamos hoje em dia, isto é, como uma empresa organizada para influenciar a opinião pública e dirigi-la, surgiu somente no...
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