Manual de merendeira

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Seropédica é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Localiza-se na Microrregião de Itaguaí, na Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro, a 75 quilômetros da capital do estado, Rio de Janeiro. Ocupa uma área de 283.794 km², e sua população foi estimada no ano de 2011 em 78 183 mil habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o 31º mais populoso doestado e o segundo mais populoso de sua microrregião. Faz divisa com os municípios Itaguaí,Nova Iguaçu, Japeri, Queimados e Paracambi.
Seropédica é criada de um neologismo formado por duas palavras: uma de origem latina, criada pelos romanos "sericeo" ou "serico", que significa "seda" e outra grega "pais" ou "paidos",que significa tratar ou consertar. Seropédica, é um local onde se trata ou sefabrica seda. O nome da cidade teve origem em 1875. Naquela época, a terra era conhecida como segundo distrito de Itaguaí. O nome da cidade veio então da antiga fazenda Seropédica do Bananal. Lá, eram produzidos diariamente em larga escala cerca de 50 mil casulos de Bombyx mori, mais conhecidos como bicho da seda.



Os primórdios

Em 1536 com o crescente tráfico de peles e madeiras,principalmente pau-brasil praticado, em sua maioria, por franceses desde o litoral do atual estado de Pernambuco, onde montaram um fortim, até Cabo Frio, a coroa portuguesa institui uma forma de ocupar e defender as terras há algum tempo descobertas. Para isso, criaram as capitanias hereditárias, modelo já utilizado nas ilhas de Cabo Verde, e as distribui entre fidalgos, para que estes ocupassem os lotescedidos, promovendo sua colonização e defendendo-os. O atual município de Seropédica está na área que pertencia à capitania de São Vicente, cujo donatário era Martim Afonso de Sousa.

Cristóvão Monteiro, ouvidor do Rio de Janeiro, envia em 1567 requerimento a Martim Afonso de Sousa, donatário da capitania, solicitando uma gleba de terras na margem direita do rio Guandu. A posse foi efetiva em 30de dezembro daquele ano.

Em 7 de dezembro de 1589, Marquesa Ferreira, viúva de Cristóvão Monteiro, atendendo a vontade do finado marido, doa parte das terras aos jesuítas. A outra parte coube, por herança, a sua filha Catarina Monteiro. Então a região é efetivamente explorada por, entre outros, Garcia Aires e pelo filho do bandeirante Fernão Dias Pais Leme, Garcia Paes Leme. A busca visava,principalmente, a descoberta de esmeraldas. Os dois exploradores ocuparam terras na margem esquerda do Guandu. Foram responsáveis, por exemplo, pela fundação do município de Nova Iguaçu.


[editar]Século XVII

Em 30 de maio de 1612, Catarina Monteiro e seu marido José Adorno transferem aos jesuítas as terras herdadas em troca de terras em Santo Amaro (Bertioga, São Paulo). Por essa ocasião, aregião era conhecida por: Brejaes de São João Grande (grafia da época). Devido ao fato de ali se encontrarem grandes alagadiços, principalmente no período das fortes chuvas, responsáveis pelas cheias periódicas no rio Guandu.

Os jesuítas adquiriram, por doação, compra ou permuta, imensa quantidade de terras. Esta área compreende hoje aos seguintes municípios: parte do Rio de Janeiro (SantaCruz e Campo Grande), Seropédica, Itaguaí, Mendes, Nova Iguaçu,Paracambi, Japeri, Engenheiro Paulo de Frontin, Piraí, Rio Claro, Vassouras e Volta Redonda.


[editar]Século XVIII

Em 25 de outubro de 1729, os jesuítas encarregaram uma equipe, liderada por Manuel Maia da Hora, de medir tão extensa propriedade. Tais medições só podiam ser realizadas entre junho e novembro, fora do período das chuvas.Em meados de novembro, subindo a margem direita do rio Guandu, a equipe encontra um vilarejo conhecido como Bananal. A ocupação do local se deu numa dessas explorações realizada no final do século XVI. Era comum que, para evitar serem acometidos pela fome em seus deslocamentos, os exploradores plantassem roças ao longo do caminho e deixassem alguém de vigília no local. Com o fim da expedição,...
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