Manifesto comunista

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Universidade Federal do Acre- UFAC
Centro de Educação, Letras e Artes
Curso de Pedagogia
Disciplina: Filosofia da educação
Docente. Drª: Elizabeth Miranda de Lima
Aluna: Luana Rodrigues



Relatório: Manifesto do Partido Comunista

Rio Branco- Acre 2013.
Luana Rodrigues

Relatório: Manifesto do Partido ComunistaTrabalho apresentado ao Curso de Pedagogia
da UFAC – Universidade Federal do Acre,
para o 4° Período.
Docente. Drª: Elizabeth Miranda de lima
Turma: 4° Período
Unidade: Rio Branco- AC

Rio Branco- Acre 2013.
Nesta analise irei abordar os principais pontos que fazem parte do contexto histórico do Manifesto do Partido Comunista, destacando pontos importantes da burguesia eproletariados e suas lutas de classe em uma sociedade que não permitia igualdade na produção capitalista. A proposta do texto refere-se à unificação do pensamento e da voz do proletariado, a fim de se reposicionarem no contexto mundial.
As mudanças históricas que culminaram no surgimento da sociedade capitalista. A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes. Homemlivre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, burgueses de corporação e oficial, em suma, opressores e oprimidos, estiveram em constante oposição uns aos outros, travaram uma luta ininterrupta, ora oculta ora aberta, uma luta que de cada vez acabou por uma reconfiguração revolucionária de toda a sociedade ou pelo declínio comum das classes em luta.
Nas anteriores épocas da história encontramosquase por toda a parte uma articulação completa da sociedade em diversos estados, uma múltipla gradação das posições sociais. Na Roma antiga temos patrícios, cavaleiros, plebeus, escravos; na Idade Média: senhores feudais, vassalos, burgueses de corporação, oficiais, servos, e ainda por cima, quase em cada uma destas classes, de novo gradações particulares.
A moderna sociedade burguesa, saída dodeclínio da sociedade feudal, não aboliu as oposições de classes. Apenas puseram novas classes, novas condições de opressão, novas configurações de luta, no lugar das antigas. A nossa época, a época da burguesia, distingue-se, contudo, por ter simplificado as oposições de classes. A sociedade toda se separa, cada vez mais, em dois grandes campos inimigos, em duas grandes classes que diretamente seenfrentam: burguesia e proletariado. O descobrimento da América, a circum-navegação de África, criou um novo terreno para a burguesia ascendente. O mercado das Índias orientais e da China, a colonização da América, o intercâmbio com as colônias, a multiplicação dos meios de troca e das mercadorias em geral deram ao comércio, à navegação, à indústria, um surto nunca até então conhecido, e, com ele,um rápido desenvolvimento ao elemento revolucionário na sociedade feudal em desmoronamento.
O caráter revolucionário que a burguesia desempenhou na história. A história do homem está fundamentada na tese de que sempre houve classes distintas, opostas e lutando entre si, opressores e oprimidos em um embate constante, seja de forma explícita ou velada, essa diferenciação entre os seres conduz aleitura amparada pela reflexão de tais afirmações, pois de fato, na história da humanidade, independente das dimensões, há diferenças sociais, lutas, revoluções e transformações.
Além das relações sociais, a burguesia revolucionou também os instrumentos e as relações de produção. O modo de funcionamento até aí feudal ou corporativo da indústria já não chegava para a procura que crescia com novosmercados. Substituiu-a manufatura. Os mestres de corporação foram desalojados pelo estado médio industriais; a divisão do trabalho entre as diversas corporações desapareceu ante a divisão do trabalho na própria oficina singular.
Mas os mercados continuavam a crescer, a procura continuava a subir. Também a manufatura já não chegava mais. Então o vapor e a maquinaria revolucionaram a produção...
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