Macunaima

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  • Publicado : 3 de abril de 2013
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Referência Bibliográfica

Referência Biográfica

Mario de Andrade nasceu em São Paulo no Brasil em 1893, de família rica e aristocrática, formou-se no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo onde lecionou após se graduar. Iniciou seus trabalhos com a literatura em críticas escritas a jornais e revistas, aos 24 anos publicou seu primeiro livro “Há uma gota de sangue em cada poema”. Em 1922Junto a Oswaldo de Andrade e outros intelectuais prepararam a Semana de Arte Moderna, onde foi oprimido pelo público despreparado para receber sua ousadia ao lançar o livro “A Escrava Que Não É Isaura,1922”.
Como principais obras Mario teve: “Amar Verbo Intransitivo,1927”, “Ciã do Jabuti, 1927”, “Macunaíma, 1928”, “Belazarte, 1934”, “Contos Novos, 1947”.
Algumas de suas obras mostram a preocupaçãoque o autor tinha com a desigualdade.
Mario de Andrade Lecionou na Universidade do Distrito Federal e ocupou vários cargos públicos relacionados a cultura.
Morreu aos 51 anos de ataque cardíaco, e teve algumas obras publicadas postumamente.

Resumo

Mário de Andrade inicia sua obra descrevendo Macunaíma ou herói de nossa gente, significado do nome, uma criança feia nascida em meio à mata virgem,criança preguiçosa que tinha como diversão decepar formigas saúva, não falava até os seis anos de idade, mas conhecia bem dinheiro e a hora que a tribo se banhava toda nua na cachoeira.
Macunaíma incansavelmente e diariamente pedia para a mãe levá-lo a passear no mato, não podendo abandonar os afazeres de tecer, cozinhar, ralar mandioca, a mãe pediu para nora Saforá, que levasse Macunaíma em seulugar. Saforá ressabiada com o travesso garoto foi levada pelas manhas de Macunaíma até o pé do morro, onde ao se deitar se transformou num belo príncipe. Transformação aproveitada por eles em suas brincadeiras perversas.
Macunaíma mostrava partículas de sua inteligência e malandragem ao caçar uma anta com mais expertise que seu irmão Jiguê, assim alimentara toda a tribo.
Desconfiado dasbrincadeiras de Macunaíma com Saforá, Jiguê constatou sua desconfiança em meio a mata fechada, deu-lhe umas bordoadas e à devolveu para seu pai.
Com a cheia do rio e a caça escassa Macunaíma mostrou seu lado egoísta e trapaceiro para sua mãe, mostrou que escondia comida do resto da tribo para si só.
De tanto egoísmo foi abandonado por sua mãe e teve que seguir seus próprios passos, teve vontade dechorar, mas não chorou, pois não tinha ninguém por perto para ver sua manha, passou por situações que deixaram sua vida por um fio, contudo, fez Macunaíma crescer e encontrar o caminho de volta para casa, na porta da oca Macunaíma avista sua mãe Tapanhumas e fala:
“— Mãe, sonhei que caiu meu dente.
— Isso é morte de parente, comentou a velha.
— Bem que sei. A senhora vive mais uma Sol só. Isso mesmoporque me pariu.”
Dito e feito o parente que morreu foi a mãe de Macunaíma, morta por ele mesmo, numa caçada, por acidente; Após enterrar a velha deram as mãos Macunaíma e seus irmãos Jiguê e Maanape e Iriqui sua nova cunhada, e partiram para a mata, Iriqui ficou pelo caminho e os três seguiram até encontrar Ci, a mãe do mato, com quem Macunaíma se envolveu a brincar e teve um filho, predestinado atrazer riquezas para seus pais principalmente a seu pai que esbanjava sua preguiça o dia todo, enquanto a mãe punha-se sustentar ambos.
Num feito na mata foi morta mãe e filho a qual deixa para Macunaíma antes de virar mais uma estrela no céu, seu amuleto muiraquitã, o qual lhe garantia a felicidade.
Depois de alguns dias, Macunaína fez um furo no lábio inferior e colocou feito tembetá omuiraquitã para não esquecer sua amada.
Muitos dias e noites de amargura, Jiguê e Maanape era quem o consolava.
No meio da mata, um dia ouviram um choro da cascata, era Naipi, que fora uma cunhatã de uma tribo escrava de boiúna Capei. Conta sua história, e Macunaíma promete matar Capei. Eis que surge Capei entre as águas e Macunaíma consegue decepá-lo.
No meio da luta, Macunaíma repara que perdeu seu...
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