Macro e micronutientes para a alta produtividade de soja

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PROJETO PESQUISA
Manejo de macro e micronutrientes para alta produtividade de soja




GETÚLIO VARGAS
2012







PROJETO PESQUISA
Manejo de macro e micronutrientes para alta
produtividade soja


INTRODUÇÃO

A área estimada de soja a sercolhida na presente safrateve aumento de 2,70% em
relação à safra anterior, passando de13.011.341 para 13.362.014 ha, tendoaprodução total revelado aumento de 2,43%,ou seja, de 30.904.233 para 31.654.981 tde grãos, enquanto o rendimento médioapresenta queda de 0,25%, ou seja, de2.375 kg ha-1 obtido na safra 1998/99 paraum valor esperado de 2.369 kg ha-1 na safra1999/00 (IBGE, 2000).
Cerca de 95 % do S do solo encontra-se na forma orgânica, que constitui importante reserva desse nutriente (Tabatabai&Bremner, 1972),especialmente nos solos com alto grau de intemperização. A forma preferencialmente absorvida pelas plantas é o íon sulfato, que entra em contato com as raízes principalmente por fluxo de massa. Seu teor no solo é influenciado pela precipitação pluvial, temperatura, adubação, manejo dos restos culturais e fertilizantes utilizados. Em geral, solos há muitos anos sob exploração, com uso de formulaçõesde fertilizantes desprovidos de S, podem apresentar baixa disponibilidade desse nutriente. Isso pode resultar em sintomas de deficiência nas culturas, acarretando queda de produtividade, principalmente em solos pobres nesse nutriente e com baixos teores de matéria orgânica. Nesse cenário, a soja é a maior exportadora de S da agricultura brasileira, com 77,3 mil toneladas por ano (Yamada &Lopes, 1998). Nessas condições, o uso de gesso agrícola pode aumentar a produtividade de culturas como a soja, pelo fornecimento de S (Mascarenhas et al., 1986).
A cultura da soja representa a maior área cultivada, superando as tradicionaisculturas de milho e cana-de-açúcar, respectivamentecom 8.781.515 e 4.251.919 ha, bem como o maior consumode fertilizantes, ou seja, 3.819.000 contra 2.712.000(milho)e 2.398.000 t (cana-de-açúcar). O custo de 1 t de fertilizanteequivale a aproximadamente 20,7 sc de 60 kg de soja.Onde para alcançar altas produtividades os micronutrientes tem que estar bem corrigidos, sem estar um com excesso no solo e outro com falta.
Dentre os fatores de produtividade, o manejo químico do solo associado a fatores climáticos é ainda o que mais limita aprodutividade dessacultura.

4: Referencial Teórico

Antes de se fazer um diagnóstico do estado nutricional das plantas, por
deficiência ou por excesso, torna-se imprescindível observar algumas informações
para distinguir os sintomas nutricionais de outras possíveis causas,
tais como: incidência de pragas ou de doenças, distribuição das plantas
com sintomas na lavoura, simetria dos sintomas nas folhas commesma
idade fisiológica, condições climáticas e gradiente de desenvolvimento dos
sintomas nas plantas. A razão principal pela qual a folha é preferencialmente
analisada, é que a mesma é o órgão que, de modo geral, reflete melhor
o estado nutricional das plantas, ou seja, responde mais prontamente às
variações do suprimento ou falta de um determinado nutriente ou elemento
tóxico, existente nosolo ou fornecido pelos adubos.
Os nutrientes apresentam diferenças nas suas funções como constituintes
metabólicos e estruturais dos órgãos vegetais. Isso determina uma variação
no grau de transporte e redistribuição dos nutrientes, que ocorre predominantemente
pelo floema, distinguindo-os em grupos de nutrientes móveis,
de mobilidade intermediária e pouco móveis, conforme a seguir:
► Alta:N, P, K, Mg e Cl;
► Intermediária: S, Co, Cu, Fe, Mn, Mo e Zn;
► Baixa: Ca e B.
A maior ou menor mobilidade dos nutrientes no floema tem profunda importância
prática na identificação visual dos sintomas característicos de alguma
anormalidade (deficiência ou toxicidade). A localização da sintomatologia
nas folhas ocorrerá em função da redistribuição dos nutrientes para os
pontos de...
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