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UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI-URCA


CURSO:GEOGRAFIA

DISCIPLINA:SOCIOLOGIA

TURNO:NOITE


PROF:DEUVO

RESENHA DO LIVRO: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS:
INVESTIGAÇÕES EM PSICOLOGIA SOCIAL D

AUTOR: SERGE MOSCOVICI.

FRANCISCO IGOR MACENA FERREIRACRATO-CE

As Representações Sociais caracterizam-se como sistemas de
valores, ideias e práticas com a dupla função de convencionalizar o mundo e de
serem prescritivas comunicam-se entre
si, esvaem-se para emergir sob novas representações. Para Moscovici o senso
comum é “a forma de compreensão que cria o substrato das imagens e
sentidos, sem o qual nenhuma coletividade podeoperar.Moscovici explica que existem dois universos de pensamento nas sociedades
contemporâneas “pensantes”: os reificados (da ciência) e os consensuais (do
senso comum). As ciências são os meios pelos quais nós compreendemos o
universo reificado, enquanto as representações sociais tratam do universo
consensual, são criadas pelos processos de ancoragem e objetivação circulam
no cotidiano edevem ser vistas como uma “atmosfera” em relação ao individuo
ou ao grupo, Moscovici faz uma breve
revisão de alguns dos principais campos de estudo a difusão da
psicanalise, na França, forneceu o exemplo prático para o início das
investigações sobre a gênese do senso comum. Moscovici discute também as
contribuições de Durkheim ao conceituar as representações coletivas e a
ambiguidade dostermos “coletivo” e “individual”.
No segundo capítulo - Sociedade e teoria em psicologia social -, o autor
infere que o peso do Positivismo, as tensões entre métodos observacionais e
experimentais e o medo da especulação são as causas do lento
desenvolvimento da teoria psicológica social européia. Critica a falta de
fundamentação dela e sugere a necessidade de definir seu objeto de pesquisa,
devencer o caráter “vago” que a tem permeado e que acaba por situá-la como
“paradigmas solitários” taxonômicos, diferenciais ou sistemáticos. Discute as
contribuições da psicologia norte-americana e sugere que os psicólogos
europeus enfrentem as “verdades perigosas”, os problemas reais da sociedade
européia e se preocupem com a mudança social sob um referencial
metodológico próprio, como umaespécie de teoria flogística A história e a atualidade das representações sociais - trata da
gênese e da fecundidade histórica da ideia de representação social sob as
contribuições de Durkheim e a influência dele nas perspectivas
teóricas de Piaget e Vygotsky. Ciência e senso comum são diferentes
entre si, são modos distintos de compreender o mundo e de se relacionar com
ele, são representaçõesda realidade Ao final do capitulo, o autor apresenta
uma definição de representações sociais como uma “rede” de ideias, metáforas
e imagens sociais mais fluidas que as teorias. o autor refere-se à também a
importância das reflexões sobre temas, pois elas demonstram que
nossas ideias, nossas representações são sempre filtradas através do discurso
de outros, um tanto quanto “descoladas” darealidade, e pré-existem como um
“ambiente”sócio-cultural. são processos cognitivos e afetivos inacabados de
apreensão do mundo e desempenham diferentes funções cognitivas e sociais.
Nessa perspectiva, expressam temas comuns, “genéticos”, que nos ligam a
outros seres numa espécie de intuição das ideias primárias, constitutivas do
objeto a que nos referimos em nossa cultura. A comunicação e opensamento
só podem ser compreendidos como transformações de estruturas anteriores,
relativizações culturais, materializações de sentido que ultrapassam a sociedade
em que as RS se localizam social e historicamente. faz referência
ao excelente exemplo do peso das minorias ativas na ruptura ou quebra das
representações sociais num dado momento histórico. O caso Dreyfus é um
fenômeno social que...
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