Mão-de-obra na europa

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Estrutura

1. Definição do tema
1.1. Definição do objecto e do objectivo de investigação
1.2. Delimitação amostral
1.3. Justificação da importância do estudo do tema
1.4. Limitações do próprio estudo

2. Enquadramento teórico
2.1. Ciência de referência de estudo
2.2. Matriz teórica (que sustenta a pergunta)
2.3. Operacionalização conceptual
2.4. Problemática de investigação

3.Modelo de Análise
3.1. Hipóteses de carácter explicativo
3.2. Indicadores
3.3. Definição do Universo e Amostra de Investigação

4. Observação
Paradigma
Métodos de Investigação
Definição das técnicas de recolha de informação de análise de dados
5. Bibliografia temática

1. Tema
“ No Contexto da União Europeia faz sentido continuar a utilizar a ideia de que Portugal é um país de mão-de-obrabarata como estratégia atractiva ao investimento estrangeiro?”

Objecto
Ministério da Economia e da Inovação
• O facto de se considerar que Portugal é um país de mão-de-obra barata

Objectivo
Demonstrar que Portugal já não é um país de mão-de-obra barata, particularmente, e em contexto europeu, desde a entrada dos países do leste para a União Europeia, em 2004.

Delimitação AmostralPopulação da União Europeia no contexto da Europa dos 15 (repostando-nos aos dados de 1999 a 2004) e a partir de Maio de 2004 – entrada dos países do leste na União Europeia.

Justificação da importância (académica) do estudo
É importante apercebermo-nos, através da pesquisa efectuada para a elaboração deste projecto, que as políticas internacionais utilizadas nem sempre correspondem ao contextosocioeconómico factual onde se insere o nosso país.
É também importante este estudo para nos abrir caminho à quebra com os conhecimentos adquiridos de forma empírica, no fundo, afastarmo-nos das ideias pré-concebidas da sociedade económica.
Trata-se de um tema actual sobre o qual existem muito poucos estudos concretos que façam o contraste entre a versão política portuguesa e os dadosestatísticos do INE e EUROSTAT, ou seja, entre a ideia transmitida ao público que somos um país de mão-de-obra barata e, por isso, um alvo propício ao investimento internacional, e os valores reais apurados estatisticamente pelos meios nacionais e europeus disponíveis.

Limitações do próprio estudo
Ao estudarmos este tema deparamo-nos com o problema de existirem diversos factores, todos extremamenteabrangentes, que influenciam os valores comparativos apresentados, pelo que teremos que nos cingir aos valores possíveis de demonstração das problemáticas e hipóteses levantadas, tendo consciência da possível incorrecção ou inexactidão das análises efectuadas.

2. Enquadramento teórico

Ciência de referência de estudo

Matriz teórica

Operacionalização conceptual
Importa esclarecer que quandofalamos de Europa dos 15 referimo-nos aos países que constituem a União Europeia até início de 2004, nomeadamente:
(países Fundadores)
• Alemanha
• Bélgica
• França
• Itália
• Luxemburgo
• Holanda
(Entrada a 1973)
• Dinamarca
• Irlanda
• Reino Unido
(Entrada a 1981)
• Grécia
(Entrada a 1986)
• Espanha
• Portugal
(Entrada a 1995)
• Aústria
• Finlândia
• Suécia

Quando falamosda Europa dos 27 referimo-nos, para além dos anteriores, aos seguintes:
(Entrada em 2004)
• Chipre
• Eslováquia
• Eslovénia
• Estónia
• Hungria
• Letónia
• Lituânia
• Malta
• Polónia
• República Checa
(Entrada 2007)
• Bulgária
• Roménia
(…)
Problemática de investigação
Com este estudo pretendemos verificar a posição de Portugal, no contexto da União Europeia, no que toca ao custode mão-de-obra nos diversos sectores de actividade, mais especificamente: indústria, serviços e actividades financeiras.
Conforme referido acima, deparamo-nos com algumas dificuldades no estabelecimento de critérios para proceder à análise do assunto em questão, nomeadamente os factores que influenciam os valores e custos de mão-de-obra nos diversos sectores.
Os factores mais importantes que...
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