Lygia clark e a arte interativa

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  • Publicado : 6 de novembro de 2011
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Mineira, Lygia Pimentel Lins (1920 - 1998) foi pintora e escultora. Mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1947, e iniciou seu aprendizado artístico com Burle Marx.Entre 1950 e 1952, viveu em Paris e realizou sua primeira exposição individual.

De volta para o Brasil, integrou o Grupo Frente. Participa da I Exposição de ArteNeoconcreta, com a ideia de libertar a pintura do suporte tradicional, a tela; projetando parte da pintura sobre a moldura, como se obra quisesse conquistar maisespaços. Na sua criatividade buscou incessantemente reinventar os suportes das pinturas. Realizou obras participacionais como a série Bichos, de 1960, construções metálicasgeométricas que se articulam por meio de dobradiças e requerem a participação do público. Os Bichos são esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças,que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmerasformas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal. Com esta série, Clark torna-se uma das pioneiras na arte participativa mundial

Feitosem metal, o material permite que o plano seja dobrado, assumindo uma busca da tridimensionalidade pelo plano, deixando-o mais próximo do próprio espaço do mundo.Suas aulas eram verdadeiras experiências coletivas apoiadas na manipulação dos sentidos, transformando estes jovens em objetos de suas próprias sensações. É dessaépoca a proposição “Rede de Elástico, 1974”. Tratam de integrar arte e vida, incorporando a criatividade do outro e dando ao propositor o suporte para que se exprima.
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