Lingua e liberdade

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  • Publicado : 20 de junho de 2012
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Faculdade Pio Décimo
Letras Português/ Espanhol
Discente: Roberta Oliveira Rocha
Docente: Jackson Santana

Resumo do Capítulo: A fôrma, a norma e o funil- DeslocamentosPossíveis, do livro: A língua de Eulália

A obra de Marcos Bagno, abrange de forma plurissignificativa as tradições sociocultural da nossa língua, deixando claro que não existe umaúnica língua, mas que esse motivo seja dado ao respeito, pois cada falante aprende a língua que lhe é transmitida, sendo assim cada indivíduo da real valor a sociedade quecontribuiu para desenvolver o potencial da fala, seja ela, qual for. As personagens: Irene, Eulália e as três professoras: Emília, Vera e Sílvia que desenvolvem questões corriqueiras daforma dos falantes da nossa língua, deixando claro através de suas ações e interpretações.
Dando  seguimento, Irene destaca situações em que o pronome oblíquo mim, quando aparecediante de um verbo no infinitivo não se constitui um erro, explicando através do exemplo: “É muito difícil para mim fazer isso sozinho”
Irene fala que o enunciado no principiopode aparentar estar errado, mas sugere deslocar “o termo para mim fazer” para outros lugares do enunciado fazendo surgir novas formas do mesmo.
Emília expõe um duvida quanto auma oração que ouviu a secretaria do dentista pronunciar: “Para mim lembrar de tudo agora fica difícil” apontando que o enunciado permite duas interpretações.
A linguista sugeredeslocar o enunciado para evitar ambiguidades. Aponta que a secretária talvez quisesse dizer duas coisas: dar opinião e exprimir sua dificuldade de lembra-se de algo, dizendo queouve o cruzamento sintático, regra de “quem chegar primeiro” expondo que é um processo automático da língua, onde o falante na vai verificar as possibilidades de deslocamento.
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