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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
PÓLO ARAÇOIABA DA SERRA
CURSO DE PEDAGOGIA


Letícia Silva de Oliveira - Ra: 401164
Renata Gomes dos Santos - Ra: 401176
Solveig Aparecida Tavares - Ra: 397157



ATPS: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

Professor Tutor á Distância: Camila de Melo Andriotti
Professor Tutor Presencial: ReginaAparecida Ragazzi





ARAÇOIABA DA SERRA – SP
NOVEMBRO/2012

Relatório 1:

A língua de sinais não é universal, cada País apresenta sua própria língua.
Apresenta-se independente da língua oral sendo abstrato de regras gramaticais e se classificando como língua espaço visual. É uma línguaa qual apresenta interesse de pesquisadores relacionado com a mente/cérebro do ser humano.
Os estudos mostram que uma criança surda filha de pais surdos inicia o estágio de sinal por volta de seis meses. Enquanto que uma criança ouvinte inicia a linguagem oral em torno de doze meses.

Estágio de combinações
Este estágio surge por volta de dois anos e a ordem usada nas combinaçõesfrasais é: SV, VO depois SVO, havendo uma limitação no que diz respeito às ligações lexiais e fonologias, além de não ocorrer à flexão de alguns verbos.

Estágio de múltiplas combinações
Por volta de dois anos e meio, inicia o processo de distinções devocionais de expansão do vocabulário e da formação prenominal para indicar pessoas e objetos que não estejam presente fisicamente.
Aos quatroanos a linguagem não é ainda correta, pois foram empilhados os referentes e apresentam dificuldades em estabelecer associações entre o local e as referências. A partir dos cinco ou seis anos, é que a criança começa a corrigir os erros apresentados nestas associações.

 Aquisição de L2
A L2 é a aquisição de uma língua escrita que representa a oral-auditiva, enquanto a L1 é a apresentaçãoatravés da linguagem de sinais.
A criança surda aprende a sua língua materna de forma natural e questões externas também interferem neste processo como o ambiente social, emocional, idade e até mesmo as estratégias e os estilos de aprendizagem utilizados.
O output (expressão) entre alunos surdos é essencial para o desenvolvimento da expressão das idéias que apresentam uma relação direta com aslibras. Este processo L2 não é essencial, porém os surdos iniciam a fim de que possam melhor se relacionar com os demais cidadãos.

Relatório 2:

Os alunos chegam á escola sem o domínio da linguagem de sinais (Libra), desta forma, o professor em exercício tem dificuldade para inseri-lo no processo de ensino-aprendizagem. Por meio, de interprete foram realizados testes e verificou-se que hágrande dificuldade com a Língua Portuguesa no momento da tradução do conteúdo do professor - interprete- aluno.
Em horário diversificado ao horário normal de aula, o professor deve ser qualificado para atender as exigências básicas.
O professor com surdez favorece a aquisição da língua, organização do ambiente e possui maior sensibilidade para perceber mudanças no desenvolvimento dacriança - aluno.
No diagnóstico do aluno, o atendimento deve ser traçado com metodologia específica.
Na sala de recursos as aulas dadas por um professor formado em Língua Portuguesa e que tem conhecimentos pressupostos teóricos que norteiam o trabalho; ele pretende desenvolver a competência gramatical ou linguística bem como textual para que formem sequências linguísticas.
Assalas deverão ter os seguintes requisitos:
* riqueza de materiais e recursos visuais (imagéticos significantes da Língua Portuguesa) para possibilitar a abstração do significado de elementos mórficos.
* amplo acervo textual em Língua Portuguesa, capaz de oferecer ao aluno a pluralidade dos discursos para que os mesmos possam ter oportunidade de interação com os mais variados tipos de situação...
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