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Anhanguera – Uniderp -Bauru



Pedagogia





LIBRAS



(LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS)



Profa. : Dra. Lilian Cristine Ribeiro Nascimento









BAURU

2012

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Anhanguera – Uniderp -Bauru



Pedagogia



LIBRAS

(Linguagem Brasileira de Sinais)



Professora: Lilian Cristine Ribeiro Nascimento

Tutor a distância: CarlaCristina de Oliveira

Tutora presencial: Profª Mônica Prado



Alunos:



Ana Cláudia Barbosa RA: 4976927171

Maristela Rodrigues Bernardino RA: 4932927159

Samara da Silva Correia RA: 5788163006

Simoni Lacerda RA: 4931924434





BAURU



2012


A história daeducação de surdos no Brasil começou com a chegada de Ernest Huet, professor francês e surdo a convite do Imperador D.Pedro II, no Rio de Janeiro em 1857, quando fundou a nossa primeira escola para meninos surdos,chamou-se Imperial Instituto de Surdos Mudos, onde foi diretor e professor e hoje denomina-se Instituto Nacional de Educação de Surdos (I N E S) que utiliza a Língua Brasileira deSinais, originada da Língua Francesa de Sinais e mesclada com alguns sistemas de comunicação existentes no Brasil, mantido pelo governo federal, onde atende crianças,jovens e adultos surdos.
A língua de sinais foi testada em sala de aula até ser proibida oficialmente por mais de cem anos após o Congresso em Milão determinar que a língua oral,seria a única língua permitida para comunicaçãointerpessoal dos surdos.A partir dai começou a ser usada clandestinamente. Em 1970, essa comunicação começa a ser usada no Brasil, voltando às escolas, apesar da oralização, ser ainda o objetivo de ensino, para integrar os surdos na comunidade de ouvintes, buscando amenizar o seu déficit auditivo, condicionando os mesmos ao desenvolvimento na língua oral, no caso da Língua Portuguesa, passando a estudarem escolas apropriadas e públicas.
No inicio da história os surdos tiveram que percorrer um longo caminho de lutas, dificuldades e sofrimentos, pois eram considerados sujeitos inferiores aos ouvintes, estereotipados, estigmatizados, vistos como seres irracionais, primitivos, não educados, castigados, enfeitiçados e excluídos pela sociedade, incapacitados para fala e para o aprendizado,pois não possuíam linguagem, nem pensamentos.
O estigma da surdez na história da humanidade é acompanhado de preconceitos impostos ao individuo surdo, que por pouco se comunicar ou se expressar como as pessoas comuns fazem oralmente, eram vistos como se tivessem um distúrbio mental e os seus gestos principalmente das mãos, muitas vezes interpretados como agressividade ou desequilíbrio mental ecomportamental.
Tanto a sociedade, como a igreja católica, acreditava que os surdos não eram seres humanos, pois não podiam se confessar, e assim sendo eles tinham uma ideia de que todos esses surdos não possuíam almas.
A grande mudança na igreja católica em relação aos surdos ocorreu quando um religioso monge beneditino, chamado Juan Pablo de Bonet, começou a dar aulas para filhos denobres surdos. Ele dedicou-se a ensinar os surdos a ler, escrever, falar e aprender as doutrinas da fé católica, possibilitando os seus reconhecimentos como cidadãos. Assim sendo, eles teriam direitos de suas fortunas e títulos de família.
O médico e cirurgião Jean Marc Itard (1774- 1838), realizou vários procedimentos de alto risco para poder erradicar a surdez. Seus tratamentos eram a basede cargas elétricas nos ouvidos, usava sanguessugas, perfurava o tímpano e colocava catéteres nos ouvidos.
Hoje em dia na área médica a surdez é visualizada como uma “deficiência” em relação a uma sociedade que ouve, delimitando assim os indivíduos surdos, comparados à maioria populacional ouvinte. Está concepção de valores faz sentido de “ser normal”, no caso do surdo é torná-lo um ouvinte e...
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